Funcionários de obra na Papuda cruzam braços

Trabalhadores na expansão do Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, iniciaram uma paralisação em protesto contra o atraso dos salários. O grupo, que ganha cerca de R$ 1,5 mil mensais, afirma está sem receber há quase dois meses; o contrato prevê a construção de quatro blocos de detenção provisória, com investimento de R$ 112,9 milhões

Trabalhadores na expansão do Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, iniciaram uma paralisação em protesto contra o atraso dos salários. O grupo, que ganha cerca de R$ 1,5 mil mensais, afirma está sem receber há quase dois meses; o contrato prevê a construção de quatro blocos de detenção provisória, com investimento de R$ 112,9 milhões
Trabalhadores na expansão do Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, iniciaram uma paralisação em protesto contra o atraso dos salários. O grupo, que ganha cerca de R$ 1,5 mil mensais, afirma está sem receber há quase dois meses; o contrato prevê a construção de quatro blocos de detenção provisória, com investimento de R$ 112,9 milhões (Foto: Leonardo Lucena)


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Brasília 247 - Trabalhadores na expansão do Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, iniciaram uma paralisação nesta segunda-feira (12) em protesto contra o atraso dos salários. O grupo, que ganha cerca de R$ 1,5 mil por mês, afirma que está sem receber há quase dois meses. O contrato prevê a construção de quatro blocos de detenção provisória, com investimento de R$ 112,9 milhões.

O líder dos carpinteiros, Edvan Pas Landim, afirmou que o atraso nas remunerações está "prejudicando muito" o andamento da obra. "Como a gente não tem como sair para procurar outro serviço, estamos impedidos de entrar em outra empresa", disse Landim, um dos cerca de 520 funcionários trabalhando diretamente na obra. "Enquanto isso, as contas estão todas atrasadas". A entrevista foi concedida ao G1.

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Em nota, a Secretaria de Justiça do DF afirmou que "os recursos estão disponíveis", mas serão liberados apenas quando a empresa entregar um relatório de fiscalização. Para a retomada dos trabalhos, a pasta disse que vai "adotar providências" e que poderá aplicar "sanções previstas em lei".

 

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