Fachin reage à campanha negativa de Merval & Cia
Em textos e vídeos postados na internet, o advogado Luiz Fachin rebate acusações feitas por personalidades da imprensa conservadora, como o colunista Merval Pereira, à sua indicação ao Supremo Tribunal Federal; neste domingo, ele divulgou vídeo em que defende a legalidade de sua atividade como advogado, no período em que foi procurador do estado do Paraná; atuação já foi defendida pela Ordem dos Advogados do Brasil e por diversos juristas; entre os apoiadores de Fachin, está até o ex-ministro do STF, Joaquim Barbosa; no entanto, Merval Pereira, a revista Veja e alguns de seus blogueiros tentam emparedar o Senado para que Fachin seja barrado na sabatina marcada para esta terça
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247 - Alvo de uma campanha movida por setores ultraconservadores da imprensa brasileira, o advogado Luiz Fachin decidiu usar a internet e as redes sociais para reagir à campanha de desinformação promovida por colunistas como Merval Pereira e Reinaldo Azevedo, assim como O Globo e Veja, contra sua indicação ao Supremo Tribunal Federal.
Neste domingo, a página do movimento #FachinSim no Facebook postou um vídeo em que o professor, defendido por juristas e pela Ordem dos Advogados do Brasil, e até pelo ex-ministro Joaquim Barbosa, defende sua atuação como advogado no período em que foi procurador do estado do Paraná – neste domingo, Fachin voltou a ser atacado por Merval Pereira (confira aqui).
Confira, abaixo, texto postado no Facebook e o vídeo divulgado por Fachin:
FALSA POLÊMICA
Apoiado por todas as mais importantes entidades do mundo jurídico, o professor Luiz Edson Fachin explica, mais uma vez, o porquê da controvérsia sobre sua atuação como advogado enquanto procurador do Estado do Paraná, entre 1990 e 2006.
Não há nada de irregular nem de ilegal, apesar da insistência de certos setores da mídia.
Um parecer assinado pelo consultor do Senado Federal Fernando Trindade, afirma que a atuação de Fachin como advogado está amparada pela Constituição e pelo Estatuto da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
"O Estatuto da OAB em vigor e que abrange parcela do período em que o Dr. Fachin foi procurador do Estado do Paraná (1994-2006) tanto quando o Estatuto vigente no período inicial em que o ilustre jurista exerceu a função (1990-1994), não só não estabelecem a incompatibilidade absoluta do exercício da advocacia privada, como permitem tal exercício", diz o documento.
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