Fachin nega pedido de Cunha para suspender votação

Eduardo Cunha perdeu, na noite de ontem, sua última cartada para tentar evitar a sessão desta segunda-feira que poderá votar sua cassação; o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, rejeitou o pedido feito pela defesa para que fosse suspenso o processo político-disciplinar que pode levar à sua cassação

Ministro Edson Fachin durante sessão extraordinária da 1ª turma do STF . Foto: Nelson Jr./SCO/STF (09/12/2015)
Ministro Edson Fachin durante sessão extraordinária da 1ª turma do STF . Foto: Nelson Jr./SCO/STF (09/12/2015) (Foto: Leonardo Attuch)


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Brasília 247 – O deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) perdeu, na noite de ontem, sua última cartada para tentar evitar a sessão desta segunda-feira que poderá votar sua cassação.

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, rejeitou na noite deste domingo, 11, o pedido feito pela defesa para que fosse suspenso o processo político-disciplinar que pode levar à sua cassação.

Os advogados do peemedebista queriam que o processo fosse suspenso provisoriamente até que o STF se pronunciasse sobre o formato da votação.

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Ao citar o processo de impeachment de Dilma Rousseff, os advogados de Cunha pedem "isonomia" e ressaltam que a apresentação de destaques naquela ocasião reafirmou "a legitimidade deste instrumento para a efetividade do exercício dos poderes inerentes à competência processante dos parlamentares em condição de juiz natural".

Fachin, no entanto, rejeitou o pedido.

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