Fachin deve manter voto secreto para comissão de impeachment
No voto que distribuiu aos colegas do Supremo Tribunal Federal nesta terça-feira, o ministro relator do processo do impeachment, Luiz Edson Fachin, legitima da votação secreta determinada pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), para escolher a comissão do impeachment; tema será debatido hoje à tarde pelo plenário, que decidirá sobre duas ações apresentadas pelo PCdoB
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247 - O ministro do Supremo Tribunal Federal Luiz Edson Fachin, relator do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff que corre no Congresso Nacional, deverá manter a votação secreta realizada para a escolha da comissão de impeachment na Câmara dos Deputados semana passada. A informação foi divulgada nesta quarta-feira pela imprensa.
O voto de Fachin foi distribuído ontem aos demais colegas da corte, que discutirão o tema nesta tarde, durante sessão do STF que analisará duas representações de autoria do PCdoB, uma contra o voto secreto para a escolha da comissão do impeachment e outra contra a criação de uma chapa alternativa na disputa.
A votação secreta foi determinada pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), assim como a permissão para a criação de uma chapa alternativa à indicação de parlamentares feita pelos líderes da Casa. Após a sessão que escolheu a comissão do impeachment, Fachin suspendeu a decisão do Congresso até esta quarta-feira, quando o Supremo, segundo ele, deveria decidir o rito do impeachment.
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