Ex-secretário do DF ligado ao PMDB é cotado para ser número 2 da PF

Delegado Sandro Avelar passou a ser o mais cotado para ocupar o cargo de diretor executivo da PF, o número dois na hierarquia da corporação; Avelar foi secretário de Segurança Pública do Distrito Federal e é ligado a Tadeu Filippelli, ex-vice-governador do DF e ex-assessor especial do presidente Michel Temer que chegou a ser preso pela PF numa operação que investigou desvio de recursos públicos nas obras do Estádio Nacional de Brasília

Delegado Sandro Avelar passou a ser o mais cotado para ocupar o cargo de diretor executivo da PF, o número dois na hierarquia da corporação; Avelar foi secretário de Segurança Pública do Distrito Federal e é ligado a Tadeu Filippelli, ex-vice-governador do DF e ex-assessor especial do presidente Michel Temer que chegou a ser preso pela PF numa operação que investigou desvio de recursos públicos nas obras do Estádio Nacional de Brasília
Delegado Sandro Avelar passou a ser o mais cotado para ocupar o cargo de diretor executivo da PF, o número dois na hierarquia da corporação; Avelar foi secretário de Segurança Pública do Distrito Federal e é ligado a Tadeu Filippelli, ex-vice-governador do DF e ex-assessor especial do presidente Michel Temer que chegou a ser preso pela PF numa operação que investigou desvio de recursos públicos nas obras do Estádio Nacional de Brasília (Foto: Aquiles Lins)


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Brasília 247 - Depois que Michel Temer atendeu a apelo do ministro Eliseu Padilha e promoveu a troca do comando da Polícia Federal, nomeando o delegado Fernando Segovia, o delegado Sandro Avelar passou a ser o mais cotado para ocupar o cargo de diretor executivo da PF, o número dois na hierarquia da corporação.

Sandro Avelar foi secretário de Segurança Pública do Distrito Federal e é ligado a Tadeu Filippelli, ex-vice-governador do DF e ex-assessor especial do presidente Michel Temer que chegou a ser preso pela PF numa operação que investigou desvio de recursos públicos nas obras do Estádio Nacional de Brasília.

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Em 2014, Sandro Avelar tentou entrar para a política e se candidatou a deputado federal pelo PMDB, mesmo partido de Temer, mas não se elegeu.

A possível ida de Sandro Avelar para a segunda vaga mais importante da Polícia Federal foi provocada por uma demissão no Ministério da Justiça. O secretário nacional de Justiça, Astério Pereira da Silva, pediu exoneração alegando motivos pessoais. Para o lugar dele, foi escolhido o delegado Rogério Galloro, atual diretor executivo da Polícia Federal.

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