Erika Kokay sobre desabamento em SP: culpa é do governo ilegítimo de Temer

A deputada Erika Kokay (PT-DF) criticou o governo de Michel Temer, após o desabamento de um prédio no centro da cidade de São Paulo; "Trabalhadores e trabalhadoras sem teto não podem ser responsabilizados por prédio que desaba em SP. A culpa é do Estado, do governo ilegítimo de Temer q promoveu cortes profundos no Minha Casa Minha Vida. Quando morar é um privilégio, ocupar é um direito!", disse

A deputada Erika Kokay (PT-DF) criticou o governo de Michel Temer, após o desabamento de um prédio no centro da cidade de São Paulo; "Trabalhadores e trabalhadoras sem teto não podem ser responsabilizados por prédio que desaba em SP. A culpa é do Estado, do governo ilegítimo de Temer q promoveu cortes profundos no Minha Casa Minha Vida. Quando morar é um privilégio, ocupar é um direito!", disse
A deputada Erika Kokay (PT-DF) criticou o governo de Michel Temer, após o desabamento de um prédio no centro da cidade de São Paulo; "Trabalhadores e trabalhadoras sem teto não podem ser responsabilizados por prédio que desaba em SP. A culpa é do Estado, do governo ilegítimo de Temer q promoveu cortes profundos no Minha Casa Minha Vida. Quando morar é um privilégio, ocupar é um direito!", disse (Foto: Leonardo Lucena)


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Brasília 247 - A deputada federal Erika Kokay (PT-DF) criticou o governo de Michel Temer, após o desabamento de um prédio no centro da cidade de São Paulo, na madrugada desta terça-feira (1).

"Trabalhadores e trabalhadoras sem teto não podem ser responsabilizados por prédio que desaba em SP. A culpa é do Estado, do governo ilegítimo de Temer q promoveu cortes profundos no Minha Casa Minha Vida. Quando morar é um privilégio, ocupar é um direito!", escreveu a parlamentar no Twitter.

Vale ressaltar que o  inquérito do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) que apurava riscos ligados ao edifício foi arquivado em 18 de março deste ano, há exatos 45 dias. O órgão reabriu o inquérito "para verificação das causas do acidente e também da veracidade dos relatórios técnicos encaminhados ao Ministério Público pelos órgãos públicos responsáveis pela manutenção e fiscalização da edificação".

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As informações dão conta de que o fogo começou no 5º andar do prédio.

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