Enfermeiros voltam ao trabalho no DF

Enfermeiros começaram a retornar aos postos de trabalho; a expectativa, segundo a Secretaria de Saúde, é que serviços paralisados, como as cirurgias eletivas, a classificação de risco nas unidades emergenciais, a vacinação em postos de saúde e as visitas domiciliares do Programa Saúde da Família, sejam normalizados até quinta-feira (29); são cerca de 4 mil enfermeiros no quadro de funcionários da pasta

Enfermeiros começaram a retornar aos postos de trabalho; a expectativa, segundo a Secretaria de Saúde, é que serviços paralisados, como as cirurgias eletivas, a classificação de risco nas unidades emergenciais, a vacinação em postos de saúde e as visitas domiciliares do Programa Saúde da Família, sejam normalizados até quinta-feira (29); são cerca de 4 mil enfermeiros no quadro de funcionários da pasta
Enfermeiros começaram a retornar aos postos de trabalho; a expectativa, segundo a Secretaria de Saúde, é que serviços paralisados, como as cirurgias eletivas, a classificação de risco nas unidades emergenciais, a vacinação em postos de saúde e as visitas domiciliares do Programa Saúde da Família, sejam normalizados até quinta-feira (29); são cerca de 4 mil enfermeiros no quadro de funcionários da pasta (Foto: Leonardo Lucena)


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Rafael Alves, da Agência Brasília - Enfermeiros começaram a retornar aos postos de trabalho na tarde desta quarta-feira (28). A expectativa, segundo a Secretaria de Saúde, é que serviços paralisados, como as cirurgias eletivas, a classificação de risco nas unidades emergenciais, a vacinação em postos de saúde e as visitas domiciliares do Programa Saúde da Família, sejam normalizados até quinta-feira (29). São cerca de 4 mil enfermeiros no quadro de funcionários da pasta.

A greve que se iniciou em 14 de outubro foi considerada ilegal na segunda-feira (26). O juiz Teófilo Caetano, da 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios, determinou a volta imediata ao trabalho, sob pena de multa diária de R$ 50 mil. A justiça também autorizou o governo de Brasília a cortar o ponto dos servidores que se ausentarem. Os profissionais decidiram hoje, em assembleia, acatar a decisão e voltar a cumprir a rotina.

Greves ilegais
Desde o início de outubro, o Tribunal de Justiça considerou ilegal as paralisações de outras seis categorias: dos professores, dos agentes penitenciários e socioeducativos e dos servidores da Secretaria de Saúde, da Fundação Hemocentro e do Instituto Médico-Legal (IML). Até o momento, cumpriram a decisão os servidores do Hemocentro, do IML e dos sistemas socioeducativo e penitenciário.

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Em 26 de outubro, os servidores da Saúde responsáveis pelo controle e entrega de medicamentos de uso contínuo e de alto custo, em especial os lotados nas farmácias públicas especializadas, voltaram ao trabalho após determinação judicial.

 

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