Empresas devem seguir no Pró-DF mesmo sem atingirem metas de empregos

O Programa de Promoção do Desenvolvimento Econômico Integrado e Sustentável do Distrito Federal (Pró-DF) passará por mudanças; o governo do Distrito Federal (GDF) pretende flexibilizar contrapartidas exigidas das empresas para manter os benefícios neste período de recessão, o que pode ter impacto na geração de empregos; caso a proposta seja aprovada na Câmara Legislativa (CLDF), empresários continuarão tendo benefícios mesmo sem não baterem as metas de criação de empregos previstas nas regras atuais; a justificativa para a flexibilização é que a crise econômica do País nos últimos anos estrangulou as finanças do setor produtivo

O Programa de Promoção do Desenvolvimento Econômico Integrado e Sustentável do Distrito Federal (Pró-DF) passará por mudanças; o governo do Distrito Federal (GDF) pretende flexibilizar contrapartidas exigidas das empresas para manter os benefícios neste período de recessão, o que pode ter impacto na geração de empregos; caso a proposta seja aprovada na Câmara Legislativa (CLDF), empresários continuarão tendo benefícios mesmo sem não baterem as metas de criação de empregos previstas nas regras atuais; a justificativa para a flexibilização é que a crise econômica do País nos últimos anos estrangulou as finanças do setor produtivo
O Programa de Promoção do Desenvolvimento Econômico Integrado e Sustentável do Distrito Federal (Pró-DF) passará por mudanças; o governo do Distrito Federal (GDF) pretende flexibilizar contrapartidas exigidas das empresas para manter os benefícios neste período de recessão, o que pode ter impacto na geração de empregos; caso a proposta seja aprovada na Câmara Legislativa (CLDF), empresários continuarão tendo benefícios mesmo sem não baterem as metas de criação de empregos previstas nas regras atuais; a justificativa para a flexibilização é que a crise econômica do País nos últimos anos estrangulou as finanças do setor produtivo (Foto: Leonardo Lucena)


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Brasília 247 - O Programa de Promoção do Desenvolvimento Econômico Integrado e Sustentável do Distrito Federal (Pró-DF) passará por mudanças. O governo do Distrito Federal (GDF) pretende flexibilizar contrapartidas exigidas das empresas para manter os benefícios neste período de recessão, o que pode ter impacto na geração de empregos. Caso a proposta seja aprovada na Câmara Legislativa (CLDF), empresários continuarão tendo benefícios mesmo sem não baterem as metas de criação de empregos previstas nas regras atuais. A justificativa para a flexibilização é que a crise econômica do País nos últimos anos estrangulou as finanças do setor produtivo.

Outra mudança foi permitir que duas ou mais empresas se instassem no mesmo lote. Segundo a regra anterior, empreendimentos não preenchiam a totalidade dos terrenos, o que resultava em espaços ociosos. O governo também dobrou o prazo para quitar dívidas dos empresários com o executivo. Quando o governador Rodrigo Rollemberg assinou a portaria, 3 mil das 3,7 mil empresas inscritas no Pró-DF tinham dívidas com a Terracap. O passivo era de aproximadamente R$ 180 milhões.

Para o secretário de Economia e Desenvolvimento Sustentável, Valdir Oliveira, negou que as mudanças no projeto prejudiquem os trabalhadores. O titular da pasta afirmou que, nos últimos cinco anos, 3,7 mil empresas aderiram ao programa e, como consequência, foram gerados 12,5 mil empregos. Na avaliação do secretário, com  um modelo mais flexível para o empresariado, a tendência é de que sejam criados mais postos de trabalho. O relato foi publicado no site Metrópoles.

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Pela normas atuais, o Pró-DF concede descontos de 50% a 80% na compra de áreas de propriedade da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) por empresas. Elas precisam se instalar nesses locais e obedecerem a um cronograma de criação de empregos determinado em contrato ao longo de cinco anos. O número de postos de trabalho depende do tamanho do empreendimento. Empresários reclamavam da dificuldade em criar o número de empregos com o país em crise.

 

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