Em processo de fritura, Moro assiste inerte PF trocar de mãos

Após as recentes declarações de Bolsonaro, a saída do diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo, é praticamente irreversível. O diretor da PF, no entanto, está decidido a não pedir demissão. Enfraquecido, o ministro Sérgio Moro tampouco reúne condições para indicar o sucessor de Valeixo, que deve ser nomeado diretamente por Bolsonaro.

(Foto: Adriano Machado/Reuters)


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247 - Após as recentes declarações de Bolsonaro, a saída do diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo, é praticamente irreversível. O diretor da PF, no entanto, está decidido a não pedir demissão. Enfraquecido, o ministro Sérgio Moro tampouco reúne condições para indicar o sucessor de Valeixo, que deve ser nomeado diretamente por Bolsonaro.

A reportagem do jornal Folha de S. Paulo destaca que Bolsonaro "reforçou o nome que circula nos bastidores da polícia há quase duas semanas, o do delegado e atual secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, Anderson Gustavo Torres." 

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A matéria ainda sublinha que "Torres, porém, tem resistência da atual administração e não seria uma escolha de Moro. Se o nome do secretário do DF vingar, o ministro contabilizará mais uma derrota desde que entrou no governo."

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