El País lembra que metade da cúpula do partido de Bolsonaro é investigada
Um dos personagens encrencados é o senador Flávio Bolsonaro, investigado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro pelos delitos de lavagem de dinheiro, malversação de fundos públicos e organização criminosa, no esquema Queiroz
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Trecho de reportagem do El Pais – Enquanto vê a via mais livre rumo à criação do Aliança, os aspirantes a formar o novo partido se esforçam para coordenar discurso e prática. Mesmo com a defesa da intolerância com a criminalidade e combate à corrupção, ao menos três dos seis membros da cúpula da comissão provisória do têm investigações criminais em aberto. São eles: o senador e 1º vice-presidente, Flávio Bolsonaro, o suplente de senador e 2º vice-presidente, Luís Felipe Belmonte, e o secretário-geral e advogado eleitoral do presidente, Admar Gonzaga Neto. O senador é investigado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro pelos delitos de lavagem de dinheiro, malversação de fundos públicos e organização criminosa. Belmonte foi citado em uma investigação de corrupção ativa em Rondônia. Gonzaga é réu pelo crime de lesão corporal mediante violência doméstica contra sua ex-mulher, no Distrito Federal.
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