Eduardo Cunha: "O diabo tomou conta da política"

Cotado pelo PMDB para assumir a presidência da Câmara, caso seja reeleito, deputado federal Eduardo Cunha promete ter em Brasília eleitores como 'patrões': "Afinal de contas, o nosso povo merece respeito"; contra a descrença com a classe política, diz que "muitos não queriam falar de política, e o diabo achou que era dele e tomou conta"; ele desconversa sobre a corrida à Presidência, mas demonstra insatisfação com o PT e diz que o PMDB da Câmara não está representado no atual governo

Cotado pelo PMDB para assumir a presidência da Câmara, caso seja reeleito, deputado federal Eduardo Cunha promete ter em Brasília eleitores como 'patrões': "Afinal de contas, o nosso povo merece respeito"; contra a descrença com a classe política, diz que "muitos não queriam falar de política, e o diabo achou que era dele e tomou conta"; ele desconversa sobre a corrida à Presidência, mas demonstra insatisfação com o PT e diz que o PMDB da Câmara não está representado no atual governo
Cotado pelo PMDB para assumir a presidência da Câmara, caso seja reeleito, deputado federal Eduardo Cunha promete ter em Brasília eleitores como 'patrões': "Afinal de contas, o nosso povo merece respeito"; contra a descrença com a classe política, diz que "muitos não queriam falar de política, e o diabo achou que era dele e tomou conta"; ele desconversa sobre a corrida à Presidência, mas demonstra insatisfação com o PT e diz que o PMDB da Câmara não está representado no atual governo (Foto: Roberta Namour)


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247 – Apontado como o provável presidente da Câmara, caso seja reeleito, o deputado federal Eduardo Cunha promete ter em Brasília eleitores como 'patrões': "Afinal de contas, o nosso povo merece respeito". 

Em entrevista ao Valor, contra a descrença com a classe política, diz que "muitos não queriam falar de política, e o diabo achou que era dele e tomou conta".

Após temporada de queda-de-braço contra a gestão de Dilma Rousseff, ele desconversa sobre a corrida à Presidência, mas demonstra insatisfação com o PT e diz que o PMDB da Câmara não está representado no atual governo. Para ele, a Constituição atual "virou um salvaguarda para manter regras", enquanto o Planalto governa por medidas provisórias que reduzem o poder do Congresso, usado como um anexo "que carimba ou não o que vem do Executivo" (leia mais).

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