Edinho: vazamentos seletivos enfraquecem instituições

Ministro da Secretaria de Comunicação Social, Edinho Silva, negou que a campanha à reeleição da presidente Dilma Rousseff de 2014 tenha recebido propina em forma de doações legais pela Andrade Gutierrez; Edinho lembrou que as contas de Dilma foram aprovadas pelo TSE e fez um "apelo" ao poder Judiciário e ao Ministério Público para que impeçam o uso de "vazamentos seletivos" de delações premiadas, usados como instrumentos de "Luta partidária"; "Faço um apelo para que os integrantes do MP e do Judiciário evitem a todo custo que um processo que tem tudo para fortalecer as instituições se torne objeto da luta político-partidária, principalmente neste momento da vida política brasileira", afirmou

Ministro da Secretaria de Comunicação Social, Edinho Silva, negou que a campanha à reeleição da presidente Dilma Rousseff de 2014 tenha recebido propina em forma de doações legais pela Andrade Gutierrez; Edinho lembrou que as contas de Dilma foram aprovadas pelo TSE e fez um "apelo" ao poder Judiciário e ao Ministério Público para que impeçam o uso de "vazamentos seletivos" de delações premiadas, usados como instrumentos de "Luta partidária"; "Faço um apelo para que os integrantes do MP e do Judiciário evitem a todo custo que um processo que tem tudo para fortalecer as instituições se torne objeto da luta político-partidária, principalmente neste momento da vida política brasileira", afirmou
Ministro da Secretaria de Comunicação Social, Edinho Silva, negou que a campanha à reeleição da presidente Dilma Rousseff de 2014 tenha recebido propina em forma de doações legais pela Andrade Gutierrez; Edinho lembrou que as contas de Dilma foram aprovadas pelo TSE e fez um "apelo" ao poder Judiciário e ao Ministério Público para que impeçam o uso de "vazamentos seletivos" de delações premiadas, usados como instrumentos de "Luta partidária"; "Faço um apelo para que os integrantes do MP e do Judiciário evitem a todo custo que um processo que tem tudo para fortalecer as instituições se torne objeto da luta político-partidária, principalmente neste momento da vida política brasileira", afirmou (Foto: Aquiles Lins)


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Brasília 247 - Em entrevista coletiva nesta quinta-feira, 7, o ministro da Secretaria de Comunicação Social, Edinho Silva, negou que a campanha da presidente Dilma Rousseff de 2014 tenha recebido propina em forma de doações legais por meio da empreiteira Andrade Gutierrez. 

"Quero, nesta oportunidade, reafirmar a forma lícita, a forma transparente com que a campanha da presidenta Dilma arrecadou em 2014. Se o conteúdo da delação divulgado pela imprensa existe, ele não tem lastro na verdade", declarou Edinho Silva.

Edinho Silva, que foi coordenador da campanha de Dilma, voltou a destacar que as contas da presidente foram aprovadas pelo Tribunal superior Eleitoral e fez um "apelo" ao poder Judiciário e ao Ministério Público para que impeçam o uso de "vazamentos seletivos" de delações premiadas e o uso desses depoimentos como "instrumento de luta político-partidária", algo que, para ele, ocorre "de forma indevida".

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"Este vazamento de uma delação premiada, que é um instrumento de investigação que pressupõe sigilo, essa delação é vazada de forma seletiva e utilizada na luta político-partidária. Faço um apelo para que os integrantes do MP e do Judiciário evitem a todo custo que um processo que tem tudo para fortalecer as instituições se torne objeto da luta político-partidária, principalmente neste momento da vida política brasileira", afirmou.

Indagado sobre como a presidente recebeu a informação do conteúdo da delação, o petista disse que ela agiu com "tranquilidade e serenidade" porque sabe que "não tem lastro na verdade aquilo que foi divulgado como delação premiada pela imprensa".

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"Tenho plena consciência da lisura dos meus atos. Não tenho nenhum problema que todos os meus atos sejam investigados porque nada vão encontrar, porque agi de forma correta, legal e ética. Eu tenho toda confiança da presidenta Dilma. Ela me conhece e conhece a forma como eu conduzi a arrecadação de sua campanha", disse o ministro, após ser perguntado sobre se cogita deixar a Secretaria de Comunicação Social em razão da delação.

 

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