Doyle: delações assustam políticos de Brasília

"Ninguém sabe o que mais está gravado, quem gravou e se todas as gravações vão aparecer. Ninguém sabe com exatidão como andam as investigações do Ministério Público, da Polícia Civil e da Polícia Federal. Não se sabe sequer o que está sendo realmente investigado", diz Hélio Doyle, em sua coluna no Jornal de Brasília; segundo ele, "sem falar nas delações premiadas já feitas e a serem feitas – Andrade Gutierrez, Odebrecht e, pelo que se diz, Gim Argello e Sacha Reck, entre outros"; "As investigações no campo federal também interferem em Brasília, pois há políticos locais, com mandato e sem mandato, de alguma maneira envolvidos, entre outras, na Lava-Jato e na Greenfield, a operação que apura as irregularidades nos fundos de pensão", afirma

"Ninguém sabe o que mais está gravado, quem gravou e se todas as gravações vão aparecer. Ninguém sabe com exatidão como andam as investigações do Ministério Público, da Polícia Civil e da Polícia Federal. Não se sabe sequer o que está sendo realmente investigado", diz Hélio Doyle, em sua coluna no Jornal de Brasília; segundo ele, "sem falar nas delações premiadas já feitas e a serem feitas – Andrade Gutierrez, Odebrecht e, pelo que se diz, Gim Argello e Sacha Reck, entre outros"; "As investigações no campo federal também interferem em Brasília, pois há políticos locais, com mandato e sem mandato, de alguma maneira envolvidos, entre outras, na Lava-Jato e na Greenfield, a operação que apura as irregularidades nos fundos de pensão", afirma
"Ninguém sabe o que mais está gravado, quem gravou e se todas as gravações vão aparecer. Ninguém sabe com exatidão como andam as investigações do Ministério Público, da Polícia Civil e da Polícia Federal. Não se sabe sequer o que está sendo realmente investigado", diz Hélio Doyle, em sua coluna no Jornal de Brasília; segundo ele, "sem falar nas delações premiadas já feitas e a serem feitas – Andrade Gutierrez, Odebrecht e, pelo que se diz, Gim Argello e Sacha Reck, entre outros"; "As investigações no campo federal também interferem em Brasília, pois há políticos locais, com mandato e sem mandato, de alguma maneira envolvidos, entre outras, na Lava-Jato e na Greenfield, a operação que apura as irregularidades nos fundos de pensão", afirma (Foto: Leonardo Lucena)


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Brasília 247 - O colunista do Jornal de Brasília Hélio Doyle avalia que "há muita tensão e expectativa entre os políticos de Brasília". "Ninguém sabe o que mais está gravado, quem gravou e se todas as gravações vão aparecer. Ninguém sabe com exatidão como andam as investigações do Ministério Público, da Polícia Civil e da Polícia Federal. Não se sabe sequer o que está sendo realmente investigado", diz ele, nesta segunda-feira (12), em seu texto intitulado "Gravações e delações assustam políticos de Brasília"

Segundo o jornalista, "sem falar nas delações premiadas já feitas e a serem feitas – Andrade Gutierrez, Odebrecht e, pelo que se diz, Gim Argello e Sacha Reck, entre outros. Quem teve alguma relação com os delatores está com medo". "As investigações no campo federal também interferem em Brasília, pois há políticos locais, com mandato e sem mandato, de alguma maneira envolvidos, entre outras, na Lava-Jato e na Greenfield, a operação que apura as irregularidades nos fundos de pensão", afirma.

Na avaliação do jornalista, "esse clima favorece as especulações, as fofocas e os vazamentos reais e inventados. Todos os dias há políticos e administradores públicos sobressaltados e assustados diante do que se noticia e se diz, sejam verdades, meias verdades ou mentiras". "E outros ansiosos para verem seus adversários e oponentes serem derrubados", complementa.

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O colunista diz que "os teores de conversas gravadas, assim como depoimentos prestados nos inquéritos, dão indícios que têm de ser apurados para comprovar ou não os crimes. É preciso ter elementos fortes para indiciar e processar e provas para condenar. Mas, como esse processo é longo, e para os que têm foro privilegiado é mais longo ainda, passará muito tempo até que se chegue ao desfecho jurídico".

"O desfecho político, porém, não depende disso. Uma gravação pode ser suficiente para derrubar projetos eleitorais e acabar com carreiras políticas aparentemente promissoras", acrescenta.

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