Doyle: ataque de Celina a Rollemberg é tática de defesa

Segundo o jornalista, a deputada distrital Celina Leão (PPS), afastada pela Justiça da presidência da Câmara nessa semana, e os outros parlamentares que acusam o governador Rodrigo Rollemberg de estar mancomunado com a deputada Liliane Roriz sabem que informação não procede; "É apenas o exercício da tática de se defender atacando. Para eles, é só mais uma mentira entre tantas", diz Hélio Doyle

Segundo o jornalista, a deputada distrital Celina Leão (PPS), afastada pela Justiça da presidência da Câmara nessa semana, e os outros parlamentares que acusam o governador Rodrigo Rollemberg de estar mancomunado com a deputada Liliane Roriz sabem que informação não procede; "É apenas o exercício da tática de se defender atacando. Para eles, é só mais uma mentira entre tantas", diz Hélio Doyle
Segundo o jornalista, a deputada distrital Celina Leão (PPS), afastada pela Justiça da presidência da Câmara nessa semana, e os outros parlamentares que acusam o governador Rodrigo Rollemberg de estar mancomunado com a deputada Liliane Roriz sabem que informação não procede; "É apenas o exercício da tática de se defender atacando. Para eles, é só mais uma mentira entre tantas", diz Hélio Doyle (Foto: Leonardo Lucena)


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Brasília 247 - O colunista do Jornal de Brasília Hélio Doyle avalia que a deputada distrital Celina Leão (PPS) e os outros parlamentares que acusam o governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, de estar mancomunado com a deputada Liliane Roriz sabem que informação não procede. "É apenas o exercício da tática de se defender atacando. Para eles, é só mais uma mentira entre tantas",diz.

De acordo com o jornalista, "nem Rollemberg nem ninguém do governo e nenhum distrital tinha conhecimento prévio do que Liliane tinha feito". "Por informações há tempos veiculadas por blogs e portais, sabia-se apenas que existiam gravações, de autor desconhecido, envolvendo distritais – e se falava que seriam sete. Mas Rollemberg soube pela internet", afirma.

Doyle acrescenta que, "ao entrar prontamente no assunto, sem necessidade e sem ser chamado, o governador deu uma brecha para ser acusado de envolvimento nas gravações". Rollemberg atacou a CPI da Saúde, puxou o tema para seu colo e incentivou Celina e sua turma a acusá-lo de temer as investigações da Câmara. Foi um erro elementar que revela, mais uma vez, o amadorismo dos assessores de Rollemberg que o incentivaram a cometê-lo".

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