Dono da Riachuelo não vê Bolsonaro em condições de governar e critica Doria
Entre os 40 bilionários do País, o empresário Flávio Rocha, dono do grupo Riachuelo, afirmou que o pré-candidato à presidência da República Jair Bolsonaro (PSL-RJ) "se empenha em passar coerência no discurso econômico, mas enquanto ele se disser contra a bandeira mais importante na reconstrução do Brasil, que é a reforma da Previdência, ele não teria condição de governar"; ao site Metropolis (DF), Rocha também criticou o prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB); “Pisou em várias cascas de banana e do ‘politicamente correto’, e isso passou uma sensação de incoerência”
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Brasília 247 - Entre os 40 bilionários do País, o empresário Flávio Rocha, dono do grupo Riachuelo, tem rodado o País para difundir a campanha “Brasil 200”, movimento criado por ele em alusão à proximidade dos 500 anos da Independência do Brasil. O empresário descartou apoiar o pré-candidato à presidência da República Jair Bolsonaro (PSL-RJ), caso se oficialize a chapa e alfinetou o prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), que vinha sendo cogitado para disputar o Palácio do Planalto.
Ao comentar sobre o parlamentar do Rio, o empresário disse que o congressista "se empenha em passar coerência no discurso econômico, mas enquanto ele se disser contra a bandeira mais importante na reconstrução do Brasil, que é a reforma da Previdência, ele não teria condição de governar". A entrevista foi concedida ao site Metropolis (DF).
Rocha criticou João Doria, ao dizer que o tucano “pisou em várias cascas de banana e do ‘politicamente correto’, e isso passou uma sensação de incoerência”.
O empresário evitou direcionar atacar Michel Temer (MDB), rejeitado por mais de 90% dos brasileiros, e defendeu o liberalismo na economia, elogiou os integrantes do Movimento Brasil Livre (MBL), que apoiou o golpe contra Dilma Rousseff.
Segundo o bilionário, o Brasil deveria integrar o grupo das nações consideradas “normais”. “Um país dentro da fórmula que deu certo no mundo todo, com liberdade na economia e liberdade política”, explicou. Rocha diz movimentar-se em busca de um projeto liberal na economia, mas que preserve os valores “caros e morais, de inspiração conservadora”.
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