Dodge pede mais 60 dias para concluir investigação sobre Eunício e Maia

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu ao STF mais 60 dias de prazo para conclusão de inquérito sobre os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE); outros investigados são os senadores Romero Jucá (MDB-RR) e Renan Calheiros (MDB-AL), e o deputado Lúcio Vieira Lima (MDB-BA); as investigações foram abertas por causa das delações da Odebrecht

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu ao STF mais 60 dias de prazo para conclusão de inquérito sobre os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE); outros investigados são os senadores Romero Jucá (MDB-RR) e Renan Calheiros (MDB-AL), e o deputado Lúcio Vieira Lima (MDB-BA); as investigações foram abertas por causa das delações da Odebrecht
A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu ao STF mais 60 dias de prazo para conclusão de inquérito sobre os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE); outros investigados são os senadores Romero Jucá (MDB-RR) e Renan Calheiros (MDB-AL), e o deputado Lúcio Vieira Lima (MDB-BA); as investigações foram abertas por causa das delações da Odebrecht (Foto: Leonardo Lucena)


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Brasília 247 - A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) conceda mais 60 dias de prazo para conclusão de inquérito sobre os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE). Outros investigados são os senadores Romero Jucá (MDB-RR) e Renan Calheiros (MDB-AL), e o deputado Lúcio Vieira Lima (MDB-BA). As investigações foram abertas por causa das delações da Odebrecht.

O inquérito apura se os cinco parlamentares receberam propina de R$ 7 milhões da construtora em troca da aprovação de medida provisória de 2013 que tratou de incentivos tributários a produtores de etanol e à indústria química. Existe suspeita de propina em outras duas MPs.

Em documento, a procuradora cita que seis ex-executivos da Odebrecht, entre eles Marcelo e Emílio Odebrecht, relataram pagamento de propina. Raquel disse que Auma autorização concedida à Polícia Federal em outro processo pode ajudar nas investigações sobre o inquérito envolvendo os cincos parlamentares. "Assim, a Procuradora-Geral da República requer a prorrogação do prazo para a conclusão do inquérito epigrafado, por mais 60 (sessenta) dias, nos termos do art. 230, §1°, parte final, do Regimento Interno do STF, considerada a existência de diligências pendentes e necessárias ao deslinde das investigações, sem prejuízos de outras reputadas úteis", disse.

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O relator da Lava Jato no STF, ministro Luiz Edson Fachin, decidirá sobre o pedido da procuradora.

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