Distritais discutem mudanças em emenda que tira R$ 1,2 bilhão do Iprev

A menos de uma semana para a votação da emenda que remaneja R$ 1,2 bilhão do Instituto de Previdência dos Servidores do Distrito Federal (Iprev) para gastos do governo, os deputados analisam possibilidades de alteração no texto do projeto; o Executivo quer usar o dinheiro para reconstruir escolas, reformar unidades de saúde e nomear servidores

A menos de uma semana para a votação da emenda que remaneja R$ 1,2 bilhão do Instituto de Previdência dos Servidores do Distrito Federal (Iprev) para gastos do governo, os deputados analisam possibilidades de alteração no texto do projeto; o Executivo quer usar o dinheiro para reconstruir escolas, reformar unidades de saúde e nomear servidores
A menos de uma semana para a votação da emenda que remaneja R$ 1,2 bilhão do Instituto de Previdência dos Servidores do Distrito Federal (Iprev) para gastos do governo, os deputados analisam possibilidades de alteração no texto do projeto; o Executivo quer usar o dinheiro para reconstruir escolas, reformar unidades de saúde e nomear servidores (Foto: Charles Nisz)


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Brasília 247 - A menos de uma semana para a votação da emenda que remaneja R$ 1,2 bilhão do Instituto de Previdência dos Servidores do DF (Iprev) para gastos do governo, os deputados analisam possibilidades de alteração no texto do projeto. Os deputados dizem que que a matéria foi enviada em cima da hora e feriu o rito de análise. O Executivo quer usar o dinheiro para reconstruir escolas, reformar unidades de saúde e nomear servidores.

Nesta terça-feira (09), o presidente da Câmara Legislativa, Joe Valle (PDT), inicia, com um grupo de técnicos,  análise da proposta do Executivo a fim de detalhar o que vai à plenário. Apesar de o deputado Wasny de Roure (PT) ter pedido que a emenda estivesse protocolada na CLDF 10 dias após a votação do orçamento, o Executivo só terminará o texto e o enviará aos parlamentares na quinta-feira (12).

O grupo ainda discutirá mudanças, como destinar R$ 100 milhões, a pedido da população, a investimentos em infraestrutura, construção de escolas, creches e centros de saúde. Uma outra emenda deve ser sugerida pelos deputados com o objetivo de contemplar o pagamento de aposentados. O DF deve cerca de R$ 500 milhões em licenças-prêmio por assiduidade.

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Apesar de o acordo entre a CLDF e o Governo ter apoio de 17 dos 24 deputados  distritais, a situação pode se inverter até a votação de segunda (15). O deputado Wasny de Roure (PT), por exemplo, trabalha para detalhar a possibilidade de custeio de pessoal com dinheiro do Iprev. “O Executivo precisa mandar o projeto, para que possamos ter tempo de ver os outros prontos”, afirmou.

 

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