Dilma entrega defesa ao TCU sobre contas de 2015

A ex-presidente Dilma Rousseff apresentou nesta quinta (8) ao Tribunal de Contas da União (TCU) sua defesa sobre os questionamentos a respeito das contas do governo de 2015; depois de duas prorrogações dadas pelo TCU, o prazo final para a entrega dos documentos terminava nesta quinta; a previsão é que o plenário do TCU vote o relatório final do ministro José Múcio Monteiro no dia 5 de outubro

A ex-presidente Dilma Rousseff apresentou nesta quinta (8) ao Tribunal de Contas da União (TCU) sua defesa sobre os questionamentos a respeito das contas do governo de 2015; depois de duas prorrogações dadas pelo TCU, o prazo final para a entrega dos documentos terminava nesta quinta; a previsão é que o plenário do TCU vote o relatório final do ministro José Múcio Monteiro no dia 5 de outubro
A ex-presidente Dilma Rousseff apresentou nesta quinta (8) ao Tribunal de Contas da União (TCU) sua defesa sobre os questionamentos a respeito das contas do governo de 2015; depois de duas prorrogações dadas pelo TCU, o prazo final para a entrega dos documentos terminava nesta quinta; a previsão é que o plenário do TCU vote o relatório final do ministro José Múcio Monteiro no dia 5 de outubro (Foto: Valter Lima)


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Agência Brasil - A ex-presidenta Dilma Rousseff apresentou hoje (8) ao Tribunal de Contas da União (TCU) sua defesa sobre os questionamentos a respeito das contas do governo de 2015. Depois de duas prorrogações dadas pelo TCU, o prazo final para a entrega dos documentos terminava nesta quinta-feira. A previsão é que o plenário do TCU vote o relatório final do ministro José Múcio Monteiro no dia 5 de outubro.

Em junho, os ministros aprovaram por unanimidade o relatório sobre as contas de 2015, que apontou a repetição de irregularidades constatadas nas contas de 2014, como as operações de crédito com bancos públicos. Ao todo, foram apresentados 19 questionamentos pelo TCU e mais cinco pelo Ministério Público.

No ano passado, o TCU recomendou a rejeição das contas de Dilma de 2014, principalmente por causa da constatação de atrasos no repasse de recursos para a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil, referentes a despesas com programas sociais do governo, o que configuraria operação de crédito. Outro item apontado foram os decretos envolvendo créditos suplementares assinados pela presidenta sem autorização do Congresso Nacional. Esses dois pontos foram a base para a abertura do processo de impeachment de Dilma Rousseff.

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