Dilma deve fundir ministérios do Trabalho e da Previdência

Na reforma ministerial em que pretende eliminar dez pastas, a fim de reduzir os gastos do governo, a presidente Dilma Rousseff deve fundir Trabalho e Previdência; nesse caso, a tendência é que o PDT de Manoel Dias, que comanda o Trabalho, perca a vaga, que ficaria com o ministro Carlos Gabas, do PT; nesta segunda-feira, o presidente do PDT, Carlos Lupi, disse que não quer uma ruptura radical com o PT, mas um "desquite amigável"

Na reforma ministerial em que pretende eliminar dez pastas, a fim de reduzir os gastos do governo, a presidente Dilma Rousseff deve fundir Trabalho e Previdência; nesse caso, a tendência é que o PDT de Manoel Dias, que comanda o Trabalho, perca a vaga, que ficaria com o ministro Carlos Gabas, do PT; nesta segunda-feira, o presidente do PDT, Carlos Lupi, disse que não quer uma ruptura radical com o PT, mas um "desquite amigável"
Na reforma ministerial em que pretende eliminar dez pastas, a fim de reduzir os gastos do governo, a presidente Dilma Rousseff deve fundir Trabalho e Previdência; nesse caso, a tendência é que o PDT de Manoel Dias, que comanda o Trabalho, perca a vaga, que ficaria com o ministro Carlos Gabas, do PT; nesta segunda-feira, o presidente do PDT, Carlos Lupi, disse que não quer uma ruptura radical com o PT, mas um "desquite amigável" (Foto: Gisele Federicce)


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247 – Na reforma administrativa que deverá acabar com dez ministérios, a fim de reduzir gastos, a presidente Dilma Rousseff deve fundir as pastas do Trabalho e da Previdência, comandadas atualmente pelos ministros Manoel Dias, do PDT, e Carlos Gabas, ligado ao PT, respectivamente.

Nesse caso, a tendência é que o PDT perca a vaga, que ficará com o PT, segundo o jornalista Fernando Rodrigues. O corte de dez dos atuais 39 ministérios deverá resultar em um corte de R$ 200 milhões em gastos, de acordo com o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa.

Nesta segunda-feira, o presidente nacional da legenda, Carlos Lupi, disse durante reunião do diretório do PDT no Rio que não quer uma ruptura radical com o PT, mas um "desquite amigável".

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