DF registra bebê com microcefalia relacionada ao zika pela 1ª vez

Boletim epidemiológico da terça-feira (13) informou que o distrito Federal registrou o primeiro bebê nascido com microcefalia relacionada ao vírus da zika desde que passou a monitorar a doença; com 8 meses, o bebê nasceu em abril e é de uma família de Samambaia; a mãe contraiu a doença no DF, no segundo trimestre de gravidez; sobre dengue, o boletim apontou crescimento de 94,2% no número de casos entre 2015 e 2016;

Mosquito Aedes aegypti geneticamente modificado em Piracicaba. 26/10/2016. REUTERS/Paulo Whitaker
Mosquito Aedes aegypti geneticamente modificado em Piracicaba. 26/10/2016. REUTERS/Paulo Whitaker (Foto: Leonardo Lucena)


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Brasília 247 - Boletim epidemiológico da terça-feira (13) informou que o distrito Federal registrou o primeiro bebê nascido com microcefalia relacionada ao vírus da zika desde que passou a monitorar a doença. Com 8 meses, o bebê nasceu em abril e é de uma família de Samambaia. A mãe contraiu a doença no DF, no segundo trimestre de gravidez.

Segundo o boletim, de 40 grávidas, 31 tiveram os bebês e 28 deles nasceram aparentemente sem condição relacionada ao zika. Dois morreram após o nascimento, incluindo um em que foi diagnosticada “malformação decorrente da infecção” pelo zika, no primeiro trimestre de gestação. Dos 31 partos ocorridos, 25 de são moradoras do DF e o restante, de mães que vivem em Goiás.

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A Secretaria de Saúde confirmou 196 casos de zika desde o começo do ano. Em 2015, houve apenas duas confirmações no mesmo período. Do total de casos, 173 pacientes moram no DF e 23, em outros estados. Taguatinga é a região com maior número de pessoas que contraíram o vírus: 31. A Asa Norte vem em segundo, com 13.

Dengue e Chikungunya

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Sobre dengue, o boletim apontou crescimento de 94,2% no número de casos entre 2015 e 2016. Os registros de dengue subiram de 10.248 para 19.907. Neste ano, foram 41 mortes por complicações da doença, contra 30 em 2015.

 

As regiões administrativas de Brazlândia, Ceilândia, São Sebastião, Samambaia, Taguatinga e Planaltina são as que apresentam maior número de casos: 9.895 situações, ou 56% de todos casos ocorridos no DF.

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Quanto à chikungunya, os médicos do DF confirmaram 163 casos da doença neste ano. As regiões de Ceilândia, Gama, Samambaia, Taguatinga, Asa Norte e Sobradinho I são as que apresentam maior número de situações (84), representando 55% dos casos ocorridos.

 

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