DF reduz em 59% verba para tratamento antidrogas

O governo do Distrito Federal cortou 59,8% da verba prevista para o custeio do tratamento de usuários de drogas em 2016 e passou a ofertar 75 vagas a menos em comunidades terapêuticas do que no ano passado; a Secretaria de Justiça (Sejus) informou que a redução no custo foi consequência de problemas financeiros; os centros de atenção psicossocial realizaram 77.050 atendimentos a dependentes químicos em 2015; o número de vagas diminui desde 2014, quando havia 252 leitos - a oferta começou em 2012; a quantidade passou para 250 no ano passado e, atualmente, está em 152

O governo do Distrito Federal cortou 59,8% da verba prevista para o custeio do tratamento de usuários de drogas em 2016 e passou a ofertar 75 vagas a menos em comunidades terapêuticas do que no ano passado; a Secretaria de Justiça (Sejus) informou que a redução no custo foi consequência de problemas financeiros; os centros de atenção psicossocial realizaram 77.050 atendimentos a dependentes químicos em 2015; o número de vagas diminui desde 2014, quando havia 252 leitos - a oferta começou em 2012; a quantidade passou para 250 no ano passado e, atualmente, está em 152
O governo do Distrito Federal cortou 59,8% da verba prevista para o custeio do tratamento de usuários de drogas em 2016 e passou a ofertar 75 vagas a menos em comunidades terapêuticas do que no ano passado; a Secretaria de Justiça (Sejus) informou que a redução no custo foi consequência de problemas financeiros; os centros de atenção psicossocial realizaram 77.050 atendimentos a dependentes químicos em 2015; o número de vagas diminui desde 2014, quando havia 252 leitos - a oferta começou em 2012; a quantidade passou para 250 no ano passado e, atualmente, está em 152 (Foto: Leonardo Lucena)


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Brasília 247 - O governo do Distrito Federal cortou 59,8% da verba prevista para o custeio do tratamento de usuários de drogas em 2016 e passou a ofertar 75 vagas a menos em comunidades terapêuticas do que no ano passado. A Secretaria de Justiça (Sejus) informou que a redução no custo foi consequência de problemas financeiros. Os centros de atenção psicossocial realizaram 77.050 atendimentos a dependentes químicos em 2015. O número de vagas diminui desde 2014, quando havia 252 leitos - a oferta começou em 2012. A quantidade passou para 250 no ano passado e, atualmente, está em 152.

A Secretaria de Justiça disse que aumentou em fevereiro de 2015 a fiscalização às comunidades terapêuticas para garantir a “correta prestação dos serviços” e melhorar a qualidade dos atendimentos. "Nesse período (agosto de 2015), uma das instituições, que possuía 60 leitos, não teve o contrato renovado por violação de direitos e descumprimento de normas legais e contratuais”, disse a pasta, em nota. A secretaria não informou quais irregularidades cometidas pela instituição. As informações são do G1.

A Sejus afirmou que o Conselho de Política Sobre Drogas aprovou minuta para contratar 500 leitos até 2019 e negocia com o governo do Distrito Federal a liberação de recursos. Um decreto de janeiro reduziu de R$ 1.998.000 para R$ 801.891 a quantia a ser investida na área neste ano. Desse valor, só R$ 240.567 foram liberados. Os R$ 561.325 estão contingenciados e podem ser liberados nos próximos meses.

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Para ter acesso a uma vaga, o interessado deve procurar um centro de atenção psicossocial voltado ao tratamento de dependentes de álcool e drogas. Ele passa por uma avaliação biopsicossocial, que determina se há necessidade de encaminhá-lo a um dos cinco abrigos.

 

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