DF reduz em 30% roubos e sequestros-relâmpagos

A política de segurança pública do governo de Brasília contribuiu para a redução de dois delitos que costumam traumatizar as vítimas: o sequestro-relâmpago e o roubo com restrição de liberdade; em 2015, foram 530 ocorrências registradas, contra 757 em 2014, o que configuram em diminuição de 30%; de acordo com levantamento feito pela Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social, Paranoá e Sobradinho estão entre as regiões administrativas que apresentaram maior queda nessas duas modalidades criminosas (-69% e -68%, respectivamente)

A política de segurança pública do governo de Brasília contribuiu para a redução de dois delitos que costumam traumatizar as vítimas: o sequestro-relâmpago e o roubo com restrição de liberdade; em 2015, foram 530 ocorrências registradas, contra 757 em 2014, o que configuram em diminuição de 30%; de acordo com levantamento feito pela Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social, Paranoá e Sobradinho estão entre as regiões administrativas que apresentaram maior queda nessas duas modalidades criminosas (-69% e -68%, respectivamente)
A política de segurança pública do governo de Brasília contribuiu para a redução de dois delitos que costumam traumatizar as vítimas: o sequestro-relâmpago e o roubo com restrição de liberdade; em 2015, foram 530 ocorrências registradas, contra 757 em 2014, o que configuram em diminuição de 30%; de acordo com levantamento feito pela Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social, Paranoá e Sobradinho estão entre as regiões administrativas que apresentaram maior queda nessas duas modalidades criminosas (-69% e -68%, respectivamente) (Foto: Leonardo Lucena)


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Saulo Araújo, da Agência Brasília - A política de segurança pública do governo de Brasília contribuiu para a redução de dois delitos que costumam traumatizar as vítimas: o sequestro-relâmpago e o roubo com restrição de liberdade. Em 2015, foram 530 ocorrências registradas, contra 757 em 2014, o que configuram em diminuição de 30%.

De acordo com levantamento feito pela Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social, Paranoá e Sobradinho estão entre as regiões administrativas que apresentaram maior queda nessas duas modalidades criminosas (-69% e -68%, respectivamente).

Na sequência, com 60% a menos, aparece Taguatinga, que em 2014 ocupava o primeiro lugar no ranking de pessoas assaltadas e mantidas sob ameaça de bandidos por algum período. Em 2015, a região administrativa computou 72 delitos dessa natureza a menos em comparação ao ano anterior. Moradores das Asas Sul e Norte também sofreram menos ataques no ano passado. Os casos passaram de 109 para 61 (veja tabela abaixo).

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Os roubos com restrição de liberdade representam grande parte dos registros (525 do total de 530). Embora muita gente não saiba, existe distinção em relação aos dois crimes. O sequestro-relâmpago ocorre quando a própria vítima, ameaçada, realiza compras ou saques. Já no roubo com restrição de liberdade, a pessoa também fica aprisionada pelo autor do crime por um determinado período de tempo, mas não é obrigada a tirar dinheiro em caixa eletrônico. Nesses casos, normalmente, os bandidos usam esse artifício para garantir maior tempo na fuga.

Roubo de veículos
O estudo feito pela secretaria demonstra que de 60% a 70% dessas ocorrências têm relação com roubos de veículos. Levando em consideração esses números, a Polícia Militar reforçou o patrulhamento ostensivo em estacionamentos públicos. O subsecretário de Gestão da Informação, da Secretaria da Segurança, Marcelo Durante, destaca ainda as ações do programa Viva Brasília — Nosso Pacto pela Vida como fundamentais para a melhora das estatísticas. "Quando o Estado aprimora a iluminação pública ou poda árvores de uma região, os bandidos contam com menos locais para se esconder."

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O Viva Brasília é a principal política pública do governo de Brasília para combater a violência. Além de reforçar o policiamento em áreas de maior incidência criminal, o programa instiga a participação de outros órgãos do Executivo — como a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) e o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) — a fim de aumentar a sensação de segurança da população. O compartilhamento de informações entre as corporações e a interação dos moradores com as forças policiais são outras características do Viva Brasília. As ações desenvolvidas contribuíram para a queda, em 2015, de 8 dos 11 tipos de crime monitorados com prioridade pelo programa.

Sábado é o dia mais crítico, com 91 ocorrências acumuladas em 2015, ou 17%. O horário das 18 horas à meia-noite concentra 44% dos eventos. Todas as informações são analisadas e, partir delas, as forças de segurança traçam estratégias de policiamento. No início dos meses, quando a maior parte dos moradores da capital recebe o pagamento, a Polícia Militar reforça o patrulhamento no perímetro de agências bancárias.

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Das 31 regiões administrativas, somente no Varjão não teve registro de roubos com restrição de liberdade e sequestros-relâmpagos. Em cinco, observou-se crescimento do número de casos. Em Ceilândia, as ocorrências passaram de 89 para 102, um aumento de 15%. Já em Santa Maria passou de 37 para 25, alta de 41%. São Sebastião (de 8 para 9), Lago Sul (de 3 para 4) e Candangolândia (de 2 para 3) são outras áreas que apresentaram um pequeno acréscimo.

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