DF lança licitação para entregar Mané Garrincha à iniciativa privada

Foi publicado o edital de licitação para conceder o Estádio Nacional Mané Garrincha à iniciativa privada, que vai administrar, por um prazo de 35 anos, o estádio, o Ginásio Nilson Nelson e Complexo Aquático Cláudio Coutinho – juntos chamados de Arenaplex; empresas interessadas no processo licitatório têm até as 10h de 8 de fevereiro para se habilitarem e apresentarem propostas e a documentação mostrando que estão habilitadas; valor final ainda é um desconhecido, passados quatro anos da inauguração do estádio, o mais caro da Copa do Mundo e que já havia sido alvo da PF, que apontou sobrepreço de R$ 559 milhões


Foi publicado o edital de licitação para conceder o Estádio Nacional Mané Garrincha à iniciativa privada, que vai administrar, por um prazo de 35 anos, o estádio, o Ginásio Nilson Nelson e Complexo Aquático Cláudio Coutinho – juntos chamados de Arenaplex; empresas interessadas no processo licitatório têm até as 10h de 8 de fevereiro para se habilitarem e apresentarem propostas e a documentação mostrando que estão habilitadas; valor final ainda é um desconhecido, passados quatro anos da inauguração do estádio, o mais caro da Copa do Mundo e que já havia sido alvo da PF, que apontou sobrepreço de R$ 559 milhões
Foi publicado o edital de licitação para conceder o Estádio Nacional Mané Garrincha à iniciativa privada, que vai administrar, por um prazo de 35 anos, o estádio, o Ginásio Nilson Nelson e Complexo Aquático Cláudio Coutinho – juntos chamados de Arenaplex; empresas interessadas no processo licitatório têm até as 10h de 8 de fevereiro para se habilitarem e apresentarem propostas e a documentação mostrando que estão habilitadas; valor final ainda é um desconhecido, passados quatro anos da inauguração do estádio, o mais caro da Copa do Mundo e que já havia sido alvo da PF, que apontou sobrepreço de R$ 559 milhões (Foto: Leonardo Lucena)


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Brasília 247 - Foi publicado nesta sexta-feira (22) o edital de licitação para conceder o Estádio Nacional Mané Garrincha à iniciativa privada, que vai administrar, por um prazo de 35 anos, o estádio, o Ginásio Nilson Nelson e Complexo Aquático Cláudio Coutinho – juntos chamados de Arenaplex. Empresas interessadas no processo licitatório têm até as 10h de 8 de fevereiro para se habilitarem e apresentarem propostas e a documentação mostrando que estão habilitadas. 

Fora os R$ 80 milhões estimados para reformar o conjunto, as normas preveem que a vencedora terá de pagar pelo menos R$ 5 milhões por ano à Terracap (o que daria R$ 150 milhões no final), fora um percentual sobre os lucros.

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Nos anos de concessão, o governo do Distrito Federal estima que conseguirá arrecadar pelo menos R$ 700 milhões em impostos.

O valor final ainda é um desconhecido, passados quatro anos da inauguração do estádio. Em relatórios recentes, a Polícia Federal cita o valor de R$ 1,575 bilhão. Documentos do Tribunal de Contas apontam gastos de até R$ 2 bilhões, e o executivo local trabalha com cifras entre R$ 1,4 bilhão e R$ 1,6 bilhão.

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Operações

O Tribunal de Contas do Distrito Federal fez um auditoria e identificou possível prejuízo de R$ 106,4 milhões nas obras do estádio, entre 2013 e 2015. O valor se soma a uma série de sobrepreços e superfaturamentos identificados na obra, custeada inteiramente com recursos públicos.

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A Polícia Federal indiciou, em agosto deste ano, 21 gestores públicos e empresários suspeitos de envolvimento no suposto faturamento nas obras do estádio. No documento são citados os ex-governadores Agnelo Queiroz (PT), José Roberto Arruda (PR) e o ex-vice Tadeu Filippelli (PMDB). Os três, que chegaram a ser presos, negam as acusações.

O sobrepreço nas obras, segundo o relatório, atingiu R$ 559 milhões, quase o valor inicial previsto para toda a obra, de R$ 600 milhões.

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