DF amanhece sem ônibus e metrô nesta sexta
Distrito Federal amanheceu com estações do metrô fechadas e os ônibus de todas as empresas nas garagens, mesmo com determinação judicial para manter 50% do serviço; as paralisações acontecem em nível nacional e são organizadas por manifestantes contrários à Reforma Trabalhista e da Previdência, propostas pelo governo de Michel Temer, que também foi o primeiro presidente do País a ser denunciado por corrupção; pesquisa Datafolha apontou o peemedebista com a menor popularidade em 28 anos, com apenas 7% de aprovação
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Brasília 247 - Distrito Federal amanheceu nesta sexta-feira (30) com estações do metrô fechadas e os ônibus de todas as empresas nas garagens, mesmo com determinação judicial para manter 50% do serviço. As paralisações acontecem em nível nacional e são organizadas por manifestantes contrários à Reforma Trabalhista e da Previdência, propostas pelo governo de Michel Temer.
O trânsito na Esplanada dos Ministérios foi bloqueado. A Polícia Militar fechou as vias N1 e S1 na altura da Rodoviária do Plano Piloto, com revistas para monitorar bolsas e mochilas. A intenção é impedir entrada de barro de ferro, pedra, pau ou qualquer instrumento que possa ser usado como arma. Quem for acessar os ministérios durante o período de interdição deve ir pelas vias S2 e N2 – pelos anexos dos ministérios.
O Sindicato dos Professores (Sinpro) aderiu à paralisação. Não há previsão de aulas nas escolas públicas de Brasília nem na UnB.
Outra categoria que participa das mobilizações são os bancários. A previsão é de que as agências fiquem fechadas durante o dia, sendo liberada somente a parte de auto-atendimento – não incluindo o serviço de depósito bancário, que deve ser suspenso.
A Justiça garantiu o funcionamento mínimo de 50% da frota do transporte público de ônibus do DF. "Nos serviços ou atividades essenciais, os sindicatos, os empregadores e os trabalhadores ficam obrigados, de comum acordo, a garantir, durante a greve, a prestação dos serviços indispensáveis ao atendimento das necessidades inadiáveis da comunidade", apontou a decisão.
O Sindicato dos Rodoviários afirmou que 100% da categoria iria aderir à paralisação. No caso do Metrô, a Justiça Federal autorizou a paralisação, mas determinou que 30% do serviço fossem mantidos. A companhia disse que não teria como rodar com esse efetivo e decidiu não circular nesta sexta. O serviço é usado por 160 mil pessoas todos os dias. As 24 estações fecharam e os 36 trens pararam.
Trabalhadores de órgãos ambientais se mobilizaram em frente à sede do Ibama. Manifestantes criticam cortes no orçamento. Cerca de 100 pessoas participaram, segundo os organizadores.
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