Desmonte da CLT toma chinelada histórica em enquete do próprio Senado

Se os senadores tiverem um mínimo de apreço pelos eleitores que supostamente representam, a reforma trabalhista de Michel Temer subiu no telhado; quatro dias depois de uma greve geral no País contra as reformas do governo, o Senado abriu nesta quarta-feira 3 uma consulta pública sobre a proposta - já aprovada na Câmara - que, na prática, acaba com a CLT e retira poder dos sindicatos - ao determinar que o negociado entre patrão e empregado vale mais que a legislação em prol do trabalhador; às 19h, o resultado era uma chinelada da população contra o desmonte dos direitos trabalhistas: 33.491 (95,7%) contra e 1.504 a favor (4,3%)

Se os senadores tiverem um mínimo de apreço pelos eleitores que supostamente representam, a reforma trabalhista de Michel Temer subiu no telhado; quatro dias depois de uma greve geral no País contra as reformas do governo, o Senado abriu nesta quarta-feira 3 uma consulta pública sobre a proposta - já aprovada na Câmara - que, na prática, acaba com a CLT e retira poder dos sindicatos - ao determinar que o negociado entre patrão e empregado vale mais que a legislação em prol do trabalhador; às 19h, o resultado era uma chinelada da população contra o desmonte dos direitos trabalhistas: 33.491 (95,7%) contra e 1.504 a favor (4,3%)
Se os senadores tiverem um mínimo de apreço pelos eleitores que supostamente representam, a reforma trabalhista de Michel Temer subiu no telhado; quatro dias depois de uma greve geral no País contra as reformas do governo, o Senado abriu nesta quarta-feira 3 uma consulta pública sobre a proposta - já aprovada na Câmara - que, na prática, acaba com a CLT e retira poder dos sindicatos - ao determinar que o negociado entre patrão e empregado vale mais que a legislação em prol do trabalhador; às 19h, o resultado era uma chinelada da população contra o desmonte dos direitos trabalhistas: 33.491 (95,7%) contra e 1.504 a favor (4,3%) (Foto: Gisele Federicce)


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247 - Se os senadores tiverem um mínimo de apreço pelos eleitores que supostamente representam, a reforma trabalhista de Michel Temer, que já foi aprovada pelos deputados, não passará pelo crivo da Casa.

O Senado Federal abriu nesta quarta-feira 3 uma consulta pública sobre a proposta que, na prática, acaba com a CLT e retira poder dos sindicatos - ao determinar que o negociado entre patrão e empregado vale mais que a legislação em prol do trabalhador.

Às 19h, o resultado na página da consulta pública era de 33.491 pessoas contra a reforma e 1.504 a favor.

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Além disso, a greve geral da última sexta-feira 28 envolveu, em casa ou nas ruas, 35 milhões de trabalhadores em todo o País, um ato organizado pelas centrais sindicais, e que resultou na paralisação de dezenas de categorias, para protestar contra as reformas do governo Temer.

Em coletiva de imprensa mais cedo, o presidente da CUT, Vagner Freitas, disse que os deputados "já decretaram seu fim" ao aprovar uma reforma que é rejeitada por 85% da população, sendo pesquisas divulgadas recentemente, e que a aprovação no Senado "seria um suicídio" para os senadores, que não seriam reeleitos.

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