Deputados vão pedir que Gilmar reconsidere decisão pró-impeachment

O vice-líder do PT na Câmara, Paulo Teixeira (SP), afirmou nesta sexta-feira, 4, que irá recorrer da decisão do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que negou um dos mandados de segurança impetrados para suspender a tramitação do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff; a ação foi protocolada por ele e pelos deputados Wadih Damous (RJ) e Paulo Pimenta (RS); os três pedirão ao próprio ministro Gilmar Mendes que reconsidere sua decisão

O vice-líder do PT na Câmara, Paulo Teixeira (SP), afirmou nesta sexta-feira, 4, que irá recorrer da decisão do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que negou um dos mandados de segurança impetrados para suspender a tramitação do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff; a ação foi protocolada por ele e pelos deputados Wadih Damous (RJ) e Paulo Pimenta (RS); os três pedirão ao próprio ministro Gilmar Mendes que reconsidere sua decisão
O vice-líder do PT na Câmara, Paulo Teixeira (SP), afirmou nesta sexta-feira, 4, que irá recorrer da decisão do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que negou um dos mandados de segurança impetrados para suspender a tramitação do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff; a ação foi protocolada por ele e pelos deputados Wadih Damous (RJ) e Paulo Pimenta (RS); os três pedirão ao próprio ministro Gilmar Mendes que reconsidere sua decisão (Foto: Aquiles Lins)


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Brasília 247 - O vice-líder do PT na Câmara, Paulo Teixeira (SP), afirmou nesta sexta-feira, 4, que irá recorrer da decisão do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que negou um dos mandados de segurança impetrados para suspender a tramitação do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Juntamente com os deputados Wadih Damous (RJ) e Paulo Pimenta (RS), Teixeira pedirá ao próprio ministro Gilmar Mendes que reconsidere sua decisão.

Ao analisar o pedido liminar dos deputados do PT, o ministro destacou que o presidente da Câmara faz análise meramente formal do recebimento do pedido de impeachment, sem juízo de mérito. O mandado de segurança do qual o PT quis abrir mão foi protocolado pelos deputados Paulo Teixeira (SP), Wadih Damous (RJ) e Paulo Pimenta (RS) e acusava Cunha de ter agido por meio de "chantagem explícita" contra o Palácio.

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"Ressalte-se que eventuais interesses político-partidários divergentes da autoridade apontada como coatora (Cunha) em face da Presidente da República, que poderiam revelar, inclusive, a existência de inimizade, não significariam a violação das garantias decorrentes da organização e procedimento do processo vindouro, iniciado com o ato ora atacado", escreveu o ministro.

 

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