Deputada pede explicações sobre permanência de Cunha em Brasília

Deputada federal Erika Kokay (PT-DF) anunciou que irá questionar o governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, e o Juiz Vallisney de Souza Oliveira sobre a permanência do ex-deputado federal Eduardo Cunha (PMDB) no Departamento de Polícia Especializada (DPE) da Polícia Civil do DF; "Lá, ele recebe visitas, das quais não sabemos se há controle, e está aqui de forma diferenciada com relação a outras pessoas que estão presas", afirmou; "Será que Eduardo Cunha está aqui nas dependências da DPE se utilizando dessa condição para articular e tecer os tentáculos que provocam uma corrupção hemorrágica neste País?", questionou

Deputada federal Erika Kokay (PT-DF) anunciou que irá questionar o governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, e o Juiz Vallisney de Souza Oliveira sobre a permanência do ex-deputado federal Eduardo Cunha (PMDB) no Departamento de Polícia Especializada (DPE) da Polícia Civil do DF; "Lá, ele recebe visitas, das quais não sabemos se há controle, e está aqui de forma diferenciada com relação a outras pessoas que estão presas", afirmou; "Será que Eduardo Cunha está aqui nas dependências da DPE se utilizando dessa condição para articular e tecer os tentáculos que provocam uma corrupção hemorrágica neste País?", questionou
Deputada federal Erika Kokay (PT-DF) anunciou que irá questionar o governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, e o Juiz Vallisney de Souza Oliveira sobre a permanência do ex-deputado federal Eduardo Cunha (PMDB) no Departamento de Polícia Especializada (DPE) da Polícia Civil do DF; "Lá, ele recebe visitas, das quais não sabemos se há controle, e está aqui de forma diferenciada com relação a outras pessoas que estão presas", afirmou; "Será que Eduardo Cunha está aqui nas dependências da DPE se utilizando dessa condição para articular e tecer os tentáculos que provocam uma corrupção hemorrágica neste País?", questionou (Foto: Paulo Emílio)


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Brasília 247 - A deputada federal Erika Kokay (PT-DF) ocupou a tribuna da Câmara Federal, nesta sexta-feira (10/11), para anunciar que enviará questionamentos ao governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, e ao Juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara Criminal Federal de Brasília, sobre a permanência do ex-deputado federal e ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), no Departamento de Polícia Especializada (DPE), instalação ligada à Polícia Civil do DF.

"Estamos com Eduardo Cunha nas dependências da DPE do Distrito Federal; lá, ele recebe visitas, das quais não sabemos se há controle, e está aqui de forma diferenciada com relação a outras pessoas que estão presas", afirmou a deputada. "Por exemplo, Henrique Eduardo Alves, que também presidiu esta Casa, fez o seu depoimento por videoconferência. Por que Eduardo Cunha teve que vir para Brasília?", questionou Kokay.

"Por que Eduardo Cunha, que prestou depoimento, se não me falha a memória, no dia 7 de novembro, vai ficar em Brasília — estima-se — até o dia 20 de novembro?", emendou.

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"Será que as visitas podem ser divulgadas, publicizadas, ou seja, estão dentro da lógica republicana?", perguntou. "No momento em que Cunha chegou a Brasília, no dia 15 de setembro, tivemos o adiamento da sua oitiva por diversas vezes pela 10ª Vara Criminal Federal", lembrou Kokay.

"São perguntas que precisam ser respondidas ao bem da República e da democracia", afirmou, ao dizer que irá encaminhar pedido de esclarecimentos para o Poder Judiciário e para o próprio Governo do Distrito Federal para que esclareçam os fatos, porque existem condições diferenciadas para Eduardo Cunha neste momento.

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"Será que Eduardo Cunha está aqui nas dependências da DPE se utilizando dessa condição para articular e tecer os tentáculos que provocam uma corrupção hemorrágica neste País?", indagou a deputada.

O ex-deputado está em Brasília desde o dia 15 de setembro deste ano, data em que veio de Curitiba para prestar depoimento sobre desvios de dinheiro do Fundo de Investimentos da Caixa Econômica Federal (FI-FGTS), em ação penal instaurada no âmbito da Operação Sépsis, deflagrada em 1º de julho de 2016 pela Polícia Federal e o Ministério Público em São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco e Distrito Federal como desdobramento da Operação Lava Jato.

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De acordo com informações divulgadas pela imprensa, Cunha permaneceria em Brasília somente até o fim dos interrogatórios presenciais da ação penal da Operação. Mas o juiz federal Vallisney de Souza deferiu um pedido da defesa para adiar o retorno de Cunha ao Complexo Médico-Penal, em Pinhais (PR), onde estava detido.

De acordo com a decisão do magistrado, a Polícia Federal (PF) deverá providenciar o retorno de Cunha a Curitiba entre os dias 20 e 24 de novembro, quando se encerra o prazo das alegações finais da defesa na Sépsis.

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