Delcídio é transferido para batalhão da PM-DF

O ex-líder do governo no Senado Delcídio do Amaral (PT-MS) deixou a carceragem da superintendência da Polícia Federal em Brasília para cumprir pena na sede do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar do Distrito Federal (BPTrans); a sede do BPTrans fica próxima ao Palácio do Buriti, sede do governo local, a alguns quilômetros da Esplanada dos Ministérios; o parlamentar está preso desde 25 de novembro, acusado de tentar atrapalhar as investigações da Operação Lava Jato. Delcídio, que está com a filiação partidária suspensa pelo PT, cumpre prisão preventiva, sem prazo para acabar

Plenário do Senado Federal durante sessão deliberativa extraordinária. Em discurso, senador Delcídio do Amaral (PT-MS). Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado
Plenário do Senado Federal durante sessão deliberativa extraordinária. Em discurso, senador Delcídio do Amaral (PT-MS). Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado (Foto: Leonardo Lucena)


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Brasília 247 - O ex-líder do governo no Senado Delcídio do Amaral (PT-MS) deixou nesta sexta-feira (18) a carceragem da superintendência da Polícia Federal em Brasília para cumprir pena na sede do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar do Distrito Federal (BPTrans). Segundo o porta-voz da PM do DF, capitão Michello Bueno, ele chegou ao batalhão às 10h25. A sede do BPTrans fica próxima ao Palácio do Buriti, sede do governo local, a alguns quilômetros da Esplanada dos Ministérios.

O parlamentar está preso desde 25 de novembro, acusado de tentar atrapalhar as investigações da Operação Lava Jato. Delcídio, que está com a filiação partidária suspensa pelo PT, cumpre prisão preventiva, sem prazo para acabar.

O ministro do Supremo Tribunal Federa (STF) Teori Zavascki autorizou, na sexta-feira (18), a transferência de Delcídio da carceragem da superintendência da PF em Brasília para um quartel da PM do DF. O pedido de transferência foi formalizado pela defesa do congressista.

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De acordo com a Procuradoria Geral da República, que já denunciou Delcídio ao Supremo, ele tentou dificultar a delação premiada do ex-diretor da estatal do petróleo Nestor Cerveró, para evitar que viesse à tona o seu envolvimento nas irregularidades cometidas na compra, por parte da Petrobras, da refinaria de Pasadena (EUA).

A PGR revelou uma gravação feita pelo filho de Cerveró e mostrou que o petista ofereceu uma rota de fuga para o ex-dirigente da petroleira deixar o País, evitando que ele fizesse a delação.

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