Delator diz que Cunha recebeu propina de 12 empresas

Fábio Cleto, ex-vice-presidente da Caixa Econômica, disse que parte do dinheiro obtido de empresas interessadas na liberação de recursos do Fundo de Investimento (FI) do FGTS, era dele; outra parte, mais expressiva, ia para Eduardo Cunha; ele disse ainda que tratava com os empresários sobre os aspectos técnicos dos projetos a serem financiados pelo FI; as negociações sobre a propina ficavam a cargo do deputado afastado

Fábio Cleto, ex-vice-presidente da Caixa Econômica, disse que parte do dinheiro obtido de empresas interessadas na liberação de recursos do Fundo de Investimento (FI) do FGTS, era dele; outra parte, mais expressiva, ia para Eduardo Cunha; ele disse ainda que tratava com os empresários sobre os aspectos técnicos dos projetos a serem financiados pelo FI; as negociações sobre a propina ficavam a cargo do deputado afastado
Fábio Cleto, ex-vice-presidente da Caixa Econômica, disse que parte do dinheiro obtido de empresas interessadas na liberação de recursos do Fundo de Investimento (FI) do FGTS, era dele; outra parte, mais expressiva, ia para Eduardo Cunha; ele disse ainda que tratava com os empresários sobre os aspectos técnicos dos projetos a serem financiados pelo FI; as negociações sobre a propina ficavam a cargo do deputado afastado (Foto: Roberta Namour)


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247 - Fábio Cleto, ex-vice-presidente da Caixa Econômica, acusou o deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) de ter recebido propina de 12 empresas em troca da liberação de verbas do Fundo de Investimento (FI) do FGTS.

Segundo reportagem de Jailton de Carvalho, nos depoimentos, o ex-vice-presidente da Caixa disse que parte do dinheiro obtido de empresas interessadas na liberação de recursos do fundo era dele. Outra parte, mais expressiva, ia para Cunha. Ele disse ainda que tratava com os empresários sobre os aspectos técnicos dos projetos a serem financiados pelo FI. As negociações sobre a propina ficavam a cargo de Cunha.

O acordo de delação de Cleto depende da homologação do STF. Nesta terça-feira, Cunha começa a ser julgado em reunião do Conselho de Ética na Câmara, onde ele responde a processo por quebra de decoro parlamentar e pode ter o mandato cassado (leia aqui).

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