Delator da Odebrecht citou assessor de Temer preso ontem
Preso na terça-feira durante a deflagração da Operação Panatenaico, o agora assessor especial da Presidência exonerado, Tadeu Filippelli (PMDB), foi acusado de receber R$ 2 milhões em propina do consórcio construtor do Centro Administrativo do governo do Distrito Federal (Centrad), em Taguatinga, no Distrito Federal; informação consta na delação premiada pelo ex-superintendente regional da Odebrecht, João Antonio Pacífico
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247 - O agora assessor especial da Presidência exonerado, Tadeu Filippelli (PMDB), preso na terça-feira durante a deflagração da Operação Panatenaico, foi acusado de receber R$ 2 milhões em propina do consórcio construtor do Centro Administrativo do governo do Distrito Federal (Centrad), em Taguatinga, no Distrito Federal.
A informação foi prestada em delação premiada pelo ex-superintendente regional da Odebrecht, João Antonio Pacífico, e consta do material tornado público em abril pelo relator da Lava-Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin.
As informações são de reportagem do Valor.
"Filippelli integrava o grupo dos homens de confiança de Temer, desde que o pemedebista ocupava a Vice-Presidência.
Aos investigadores, o delator João Pacífico entregou comprovantes de controle de pagamentos do Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht, o departamento criado para que as empresas do grupo pagassem propinas em troca de vantagens em contratos públicos. O dinheiro teria sido entregue ao assessor de Temer em 17 de fevereiro de 2014."
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