CUT denuncia “arbitrariedade e truculência” contra trabalhadores na Câmara
Militantes da Central Única dos Trabalhadores, reunidos para protestar no Congresso, dizem estar "sitiados na Câmara, sem água, banheiro ou comida, a mando de Rodrigo Maia", presidente da Casa; após a audiência sobre a PEC 241, os manifestantes que lotavam o auditório tentaram se instalar nas galerias do plenário para acompanhar a votação do projeto sobre o pré-sal, mas foram barrados pela segurança legislativa, o que causou protestos, confusão, truculência e ameaças de prisão das lideranças da CUT
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Brasília 247 - Reunidos para protestar contra projetos que podem ser votados nesta terça-feira 5, militantes da Central Única dos Trabalhadores (CUT) denunciam estar "sitiados na Câmara, sem água, banheiro ou comida, a mando de Rodrigo Maia", presidente da Casa.
Após a audiência sobre a PEC 241, que limita os gastos públicos para os próximos 20 anos, e com o qual os militantes alertam sobre o corte de direitos, um grupo que lotava o auditório tentou se instalar nas galerias do plenário para acompanhar a votação do PL 4567, projeto de lei sobre a abertura do pré-sal, mas foram barrados pela segurança legislativa.
O impedimento da ocupação das galerias causou protestos, confusão, truculência e ameaças de prisão das lideranças da CUT. Segundo relato dos manifestantes, a multidão que se concentrava fora da Câmara também foi barrada pela polícia, que impediu, a mando da presidência, o acesso à Casa. Eles afirmam estar concentrados no auditório Nereu Ramos, sem poder sair.
"Os seguranças fecharam os acessos para a Câmara sem dizer quem deu a ordem. Não temos acesso a água nem a alimentos. Estamos aqui isolados no Nereu Ramos. Fecharam o acessos até ao banheiro que atende ao Nereu Ramos. Graça Costa, secretária nacional de relações do trabalho da CUT, está com o deputado Afonso Florence (PT) negociando nosso acesso à galeria para votação do PL 4567, do pré-sal", relatou Rodrigo Rodrigues, secretário-geral da CUT-DF.
Confira vídeos dos protestos:
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