Cunha vai recorrer de decisão de Marco Aurélio sobre Temer

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), anunciou que vai recorrer da decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal Marco Aurélio Mello, que determinou que a Casa deve dar andamento ao pedido de abertura de processo de impeachment contra o vice-presidente Michel Temer; o deputado deve entrar com o recurso na quarta (6); Cunha classificou a decisão como "absurda" e "teratológica"

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), anunciou que vai recorrer da decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal Marco Aurélio Mello, que determinou que a Casa deve dar andamento ao pedido de abertura de processo de impeachment contra o vice-presidente Michel Temer; o deputado deve entrar com o recurso na quarta (6); Cunha classificou a decisão como "absurda" e "teratológica"
O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), anunciou que vai recorrer da decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal Marco Aurélio Mello, que determinou que a Casa deve dar andamento ao pedido de abertura de processo de impeachment contra o vice-presidente Michel Temer; o deputado deve entrar com o recurso na quarta (6); Cunha classificou a decisão como "absurda" e "teratológica" (Foto: Valter Lima)


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247 - O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), anunciou que vai recorrer da decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal Marco Aurélio Mello, que determinou que a Casa deve dar andamento ao pedido de abertura de processo de impeachment contra o vice-presidente Michel Temer. O deputado deve entrar com o recurso na quarta-feira (6).

Cunha classificou a decisão como "absurda" e "teratológica". " Com essa decisão, ele invade a competência da Câmara", criticou. "Fazer valer a decisão dele significaria que os 39 pedidos de impeachment da presidente, que foram rejeitados, teriam de ter comissão especial e ser instaladas. Oito pendentes, que ainda não foram decididos, teriam de ser instaladas também", ironizou.

"Vamos entrar com todos os recursos possíveis e consultar a CCJ", pontuou.

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O presidente informou que ainda esta semana vai pedir que os partidos façam indicações de membros para a comissão. Ele acredita, no entanto, que ela não será criada por falta de quantidade suficiente. 

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