Cunha: 'ser réu não significa condenação'

O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) afirmou, nesta quarta (2)  ter um vasto material probatório para rebater todas as acusações que embasaram a denúncia contra ele no Supremo Tribunal Federal; “Estou com a verdade e a inocência. Estou tranquilo”, declarou; Por seis votos a zero, o STF acatou a denúncia contra o peemedebista 

O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) afirmou, nesta quarta (2)  ter um vasto material probatório para rebater todas as acusações que embasaram a denúncia contra ele no Supremo Tribunal Federal; “Estou com a verdade e a inocência. Estou tranquilo”, declarou; Por seis votos a zero, o STF acatou a denúncia contra o peemedebista 
O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) afirmou, nesta quarta (2)  ter um vasto material probatório para rebater todas as acusações que embasaram a denúncia contra ele no Supremo Tribunal Federal; “Estou com a verdade e a inocência. Estou tranquilo”, declarou; Por seis votos a zero, o STF acatou a denúncia contra o peemedebista  (Foto: Valter Lima)


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247 - O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) afirmou, nesta quarta-feira (2)  ter um vasto material probatório para rebater todas as acusações que embasaram a denúncia contra ele no Supremo Tribunal Federal.

“Estou com a verdade e a inocência. Estou tranquilo”, declarou. “Ser réu não significa condenação”, disse, lembrando que já foi aceito como réu pelo Supremo, em 2013, e no ano seguinte acabou sendo absolvido por unanimidade. Cunha ressaltou que não vê razões para se pedir o seu afastamento da Câmara e disse acreditar que isso não ocorrerá.

Já em relação ao Conselho de Ética, ele disse que irá recorrer. O presidente ressaltou que a comissão está sempre descumprindo o Regimento Interno: “As nulidades são flagrantes.” O processo, segundo ele, está demorando pelo excesso de erros cometidos pelo presidente do colegiado, José Carlos Araújo. "Se você tem um voto de minerva praticado por alguém que teve sua suspeição arguida, e não decidiu a sua suspeição, isso por si só coloca em cheque a votação", afirmou.

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Eduardo Cunha ressaltou, entretanto, que a partir de agora o Conselho de Ética vai avaliar de fato o que lhe cabe julgar, pois foi retirada do texto do parecer aprovado qualquer referência à parte penal. “O Conselho ficou mais razoável”, disse, destacando que, mesmo assim, ainda há várias irregularidades na atuação do colegiado nesse processo.

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