Cunha rechaça divulgação de pedido de prisão
Para Eduardo Cunha, presidente afastado da Câmara, o objetivo da reportagem do jornal O Globo sobre os pedidos de prisão da PGR, que tem ele entre os alvos, no mesmo dia em que ele é julgado na Câmara, é o de "constranger os parlamentares que defendem a minha absolvição buscando influenciar no seu resultado"; Conselho de Ética adiou a votação do parecer que pede sua cassação
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Carolina Gonçalves - Repórter da Agência Brasil
Na mira do Conselho de Ética da Câmara, que adiou nesta terça-feira 7 a votação do pedido de cassação do mandato de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o presidente afastado da Câmara rechaçou, em nota, a divulgação do pedido para sua prisão que, segundo o jornal O Globo, foi feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot.
Para Cunha o objetivo da reportagem no mesmo dia em que ele seria julgado na Câmara é o de "constranger os parlamentares que defendem a minha absolvição buscando influenciar no seu resultado".
No texto, Eduardo Cunha disse que não tomou ciência do conteúdo do pedido de prisão. "Por isso, não posso contestar as motivações. Mas vejo com estranheza esse absurdo pedido, divulgado no momento da votação no Conselho de Ética", destacou.
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