Cunha prepara sua vingança contra Janot

Deputados devem apresentar emenda que proíbe a recondução ao cargo do procurador-geral da República; medida é vista como uma demonstração de força do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, contra Rodrigo Janot, após comandar uma busca e apreensão no gabinete no peemedebista 

Deputados devem apresentar emenda que proíbe a recondução ao cargo do procurador-geral da República; medida é vista como uma demonstração de força do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, contra Rodrigo Janot, após comandar uma busca e apreensão no gabinete no peemedebista 
Deputados devem apresentar emenda que proíbe a recondução ao cargo do procurador-geral da República; medida é vista como uma demonstração de força do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, contra Rodrigo Janot, após comandar uma busca e apreensão no gabinete no peemedebista  (Foto: Roberta Namour)


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247 – O deputado federal Paulinho da Força (SDD-SP) iniciou a coleta de assinaturas para a apresentação de uma emenda proíbe a recondução ao cargo do procurador-geral da República. Se o texto for aprovado antes do segundo semestre, a medida afetaria Rodrigo Janot, cujo mandato termina em setembro. 

"A recondução de um procurador-geral já viciado não é boa para o Ministério Público. É importante que haja uma oxigenação", disse Paulinho, sobre o procurador responsável por inquéritos contra políticos na Operação Lava Jato.

Na última semana,o  presidente Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), acusou Janot, que decidiu dar continuidade ao inquérito sobre sua participação na Lava Jato, de ter uma "querela" desde que foi contestado por ele: "Ele escolheu a mim e está insistindo na querela pessoal porque eu o contestei. Virou um problema pessoal dele comigo", afirmou.

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Ele também criticou a operação de uma busca e apreensão em seu gabinete: “É uma tentativa de procurar prova para justificar algo que não aconteceu. São circunstâncias que mostram o desespero do procurador de tentar encontrar alguma coisa que possa tentar me incriminar”, rebateu Cunha na ocasião. “O que foi feito aqui foi absolutamente desnecessário; bastava enviar um ofício que daríamos acesso”, concluiu Cunha.

Leia aqui reportagem de Andréia Sadi sobre o assunto. 

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