Cunha pede pressa e Renan nega: sem atropelo
"Vamos garantir o contraditório e o direito de defesa, respeitar o devido processo legal", afirmou o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL); "Pretendemos fazer isso com absoluta isenção e imparcialidade. Não podemos acelerar o processo de modo que pareça atropelo. Nem podemos demorar, de modo que pareça procrastinação"; Renan recebeu a visita do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), responsável pelo golpe parlamentar, que pediu pressa; "a demora no processo é muito prejudicial ao país", disse ele; no segundo tempo do impeachment, conforme adiantou 247, Renan deve agir como o avesso de Cunha
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Brasília 247 - O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse nesta segunda-feira que não irá acelerar o rito do golpe parlamentar contra a presidente Dilma Rousseff.
"Vamos garantir o contraditório e o direito de defesa, respeitar o devido processo legal", afirmou Renan. "Pretendemos fazer isso com absoluta isenção e imparcialidade. Não podemos acelerar o processo de modo que pareça atropelo. Nem podemos demorar, de modo que pareça procrastinação".
Renan recebeu a visita do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que tentou pressioná-lo, ao dizer que "a demora no processo é muito prejudicial ao país". "Hoje, o Brasil não tem governo, mas um meio governo. E isso não é bom para ninguém", afirmou Cunha.
Conforme adiantou 247 nesta manhã, Renan deve agir como o avesso de Cunha, no segundo tempo do impeachment (leia mais aqui).
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