Cunha expulsa servidores de outros poderes de salas da Câmara

"A Câmara tem espaço dentro de outros órgãos de graça? Eles vão defender os seus interesses às custas do nosso sacrifício?". Assim o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, exigiu a desocupação de três salas da Câmara, usadas por funcionários da Procuradoria-Geral da República, do Executivo e do Judiciário

"A Câmara tem espaço dentro de outros órgãos de graça? Eles vão defender os seus interesses às custas do nosso sacrifício?". Assim o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, exigiu a desocupação de três salas da Câmara, usadas por funcionários da Procuradoria-Geral da República, do Executivo e do Judiciário
"A Câmara tem espaço dentro de outros órgãos de graça? Eles vão defender os seus interesses às custas do nosso sacrifício?". Assim o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, exigiu a desocupação de três salas da Câmara, usadas por funcionários da Procuradoria-Geral da República, do Executivo e do Judiciário (Foto: Gisele Federicce)


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Jornal GGN - "A Câmara tem espaço dentro de outros órgãos de graça? Eles vão defender os seus interesses às custas do nosso sacrifício?". Assim o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, exigiu a desocupação de três salas da Câmara, usadas por funcionários da Procuradoria-Geral da República, do Executivo e do Judiciário.

São assessorias dos outros poderes que tem a função de estreitar o diálogo com parlamentares, além de acompanhar projetos e discussões de interesse dos órgãos. Equipes vinculadas a Ministérios da presidente Dilma Rousseff, assessores do TJDF (Tribunal de Justiça do Distrito Federal), do MPT (Ministério Público do Trabalho) e do MPDF (Ministério Público do Distrito Federal) ocupavam o espaço e faziam essas mediações. Agora, eles têm 30 dias para sair.

Á Folha, alguns servidores informaram que a saída dificultará o trabalho deles e, também, dos parlamentares, já que deputados os procuravam para tratar de demandas junto às instituições. em documento oficial, Cunha disse que precisava de mais espaço para instalar novas comissões.

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O presidente da Câmara ainda afirmou que não tem "nada contra ninguém" e que enquanto não houver uma ampliação das instalações da Casa, "não tem sentido manter espaços para os outros, de graça".

O primeiro órgão a ser "mandado embora" foi a procuradoria-geral, em maio deste ano. Com informações da Folha de S. Paulo.

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