Cunha diz ao STF que precisa fazer ‘corpo a corpo’ na Câmara

Em manifestação ao Supremo para pedir urgência à análise de seu afastamento, Eduardo Cunha (PMDB) pediu que a corte explicite como ele pode agir na Câmara; diz que tem de fazer “literalmente um corpo a corpo” para se defender no processo de cassação em curso no Conselho de Ética; ele também pede o direito de se defender de qualquer acusação antes que seja julgado o pedido de sua prisão, feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot

Em manifestação ao Supremo para pedir urgência à análise de seu afastamento, Eduardo Cunha (PMDB) pediu que a corte explicite como ele pode agir na Câmara; diz que tem de fazer “literalmente um corpo a corpo” para se defender no processo de cassação em curso no Conselho de Ética; ele também pede o direito de se defender de qualquer acusação antes que seja julgado o pedido de sua prisão, feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot
Em manifestação ao Supremo para pedir urgência à análise de seu afastamento, Eduardo Cunha (PMDB) pediu que a corte explicite como ele pode agir na Câmara; diz que tem de fazer “literalmente um corpo a corpo” para se defender no processo de cassação em curso no Conselho de Ética; ele também pede o direito de se defender de qualquer acusação antes que seja julgado o pedido de sua prisão, feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot (Foto: Roberta Namour)


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247 - Em manifestação ao Supremo para pedir urgência à análise de seu afastamento, Eduardo Cunha (PMDB) pediu que a corte explicite como ele pode agir na Câmara. Diz que tem de fazer “literalmente um corpo a corpo” para se defender no processo de cassação em curso no Conselho de Ética, segundo a colunista Natuza Nery.

Ele também pede o direito de se defender de qualquer acusação antes que seja julgado o pedido de sua prisão, feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

O pedido de prisão foi feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, no fim de maio e está protegido pelo mais alto grau de sigilo. Janot também pediu a prisão de outros três integrantes da cúpula do PMDB: o presidente do Senado, Renan Calheiros (AL), o senador Romero Jucá (RR) e o ex-presidente José Sarney (AP).

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