Cunha: 'derrubar veto a reajuste é colocar gasolina na fogueira'

Presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), defendeu a manutenção do veto da presidente Dilma Rousseff ao reajuste de servidores do judiciário; segundo ele, que é desafeto do governo, "não tem sentido" os parlamentares criticarem o aumento da carga tributária proposto pelo Executivo quando, ao mesmo tempo, criam novas despesas; "Acho que concretamente não deve se derrubar esse veto, seria uma atitude de colocar mais gasolina na fogueira, é acender fósforo no tanque de gasolina. Não sou partidário disso", afirmou; votaçao pela manutenção ou não do veto  acontecerá nesta terça-feira (22)    

Presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), defendeu a manutenção do veto da presidente Dilma Rousseff ao reajuste de servidores do judiciário; segundo ele, que é desafeto do governo, "não tem sentido" os parlamentares criticarem o aumento da carga tributária proposto pelo Executivo quando, ao mesmo tempo, criam novas despesas; "Acho que concretamente não deve se derrubar esse veto, seria uma atitude de colocar mais gasolina na fogueira, é acender fósforo no tanque de gasolina. Não sou partidário disso", afirmou; votaçao pela manutenção ou não do veto  acontecerá nesta terça-feira (22)
 
 
Presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), defendeu a manutenção do veto da presidente Dilma Rousseff ao reajuste de servidores do judiciário; segundo ele, que é desafeto do governo, "não tem sentido" os parlamentares criticarem o aumento da carga tributária proposto pelo Executivo quando, ao mesmo tempo, criam novas despesas; "Acho que concretamente não deve se derrubar esse veto, seria uma atitude de colocar mais gasolina na fogueira, é acender fósforo no tanque de gasolina. Não sou partidário disso", afirmou; votaçao pela manutenção ou não do veto  acontecerá nesta terça-feira (22)     (Foto: Paulo Emílio)


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Reuters - O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), defendeu nesta segunda-feira a manutenção de veto da presidente Dilma Rousseff ao reajuste de servidores do judiciário, cuja votação está prevista para a terça-feira.

Em entrevista a jornalistas após encontro com o vice-presidente Michel Temer, Cunha afirmou que "não tem sentido" os parlamentares reciminarem o governo por propor o aumento da carga tributária e, ao mesmo tempo, criarem novas despesas enquanto o Executivo tenta reequilibrar suas contas.

"Eu acho que concretamente não deve se derrubar esse veto, seria uma atitude de colocar mais gasolina na fogueira, é acender fósforo no tanque de gasolina. Não sou partidário disso", afirmou.

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O Congresso Nacional deve analisar na terça-feira, em sessão conjunta, uma série de vetos presidenciais que podem impactar nas contas públicas se forem derrubados.

(Reportagem de Maria Carolina Marcello)

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