Cunha: decisão do STF cria 'limbo' para eleições de 2016

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) evitou fazer críticas diretas à decisão do Supremo Tribunal Federal que proibiu o financiamento privado de campanhas eleitorais, mas avaliou que as eleições de 2016 ficam "numa zona de sombra"; "As eleições de 2016 vão ficar num limbo de dúvida desnecessário. Na prática, uma situação meio absurda", disse

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) evitou fazer críticas diretas à decisão do Supremo Tribunal Federal que proibiu o financiamento privado de campanhas eleitorais, mas avaliou que as eleições de 2016 ficam "numa zona de sombra"; "As eleições de 2016 vão ficar num limbo de dúvida desnecessário. Na prática, uma situação meio absurda", disse
O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) evitou fazer críticas diretas à decisão do Supremo Tribunal Federal que proibiu o financiamento privado de campanhas eleitorais, mas avaliou que as eleições de 2016 ficam "numa zona de sombra"; "As eleições de 2016 vão ficar num limbo de dúvida desnecessário. Na prática, uma situação meio absurda", disse (Foto: Valter Lima)


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247 - O presidente da Câmara, deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) evitou fazer críticas diretas à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que proibiu o financiamento privado de campanhas eleitorais, mas avaliou que as eleições de 2016 ficam "numa zona de sombra". "As eleições de 2016 vão ficar num limbo de dúvida desnecessário. Na prática, uma situação meio absurda", disse.

Para Cunha, a decisão do Supremo não impede que os senadores votem a PEC. "A menos que tenha sido uma decisão de tornar a proibição uma cláusula pétrea da Constituição, e não me parece que seja o caso, acho que ainda pode ser passível de modificação", avaliou.

 

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