Crise hídrica mundial é debatida em Brasília

Representantes de 75 países estão em Brasília para discutir crise hídrica, saneamento básico e sustentabilidade. O encontro, que ocorre até quinta-feira (27) no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, é um preparatório para o 8º Fórum Mundial da Água, a ser sediado na capital do País em 2018; "Brasília vive sua maior crise hídrica. Queremos deixar como legado para a cidade, por meio das discussões no fórum, uma nova consciência com o uso da água", disse o governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg

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seca (Foto: Paulo Emílio)


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Agência Brasil - Representantes de 75 países estão em Brasília para discutir crise hídrica, saneamento básico e sustentabilidade. O encontro, que ocorre até quinta-feira (27) no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, é um preparatório para o 8º Fórum Mundial da Água, a ser sediado na capital do País em 2018.

O objetivo agora é construir o conteúdo preliminar para o evento maior. Para isso, ocorrem hoje e amanhã debates sobre os temas centrais, quando serão desenvolvidos tópicos para cada assunto levantado no primeiro encontro, em junho de 2016. A estimativa é que participem para a segunda reunião (2nd Stakeholders Consultation Meeting) cerca de 900 pessoas.

No discurso de abertura do encontro, o governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, destacou ações do governo para superar a crise hídrica. "Brasília vive sua maior crise hídrica. Queremos deixar como legado para a cidade, por meio das discussões no fórum, uma nova consciência com o uso da água", disse.

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De acordo com o diretor-presidente da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento (Adasa), Paulo Salles, a reunião iniciada hoje serve para detalhar o que foi debatido no primeiro encontro.

"No kick-off meeting, estabelecemos os temas principais. Hoje vamos detalhar em tópicos, que serão desmembrados em 120 seções", explicou.

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Soluções para minimizar os efeitos da crise hídrica em Brasília

Hoje, às 15 horas, será assinado o contrato para captação emergencial de água no Lago Paranoá. "Além disso, retomamos outras obras, após 16 anos", continuou.

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O chefe do Executivo local listou outras ações do governo para minimizar os efeitos da escassez de água em Brasília. Ele citou obras para captar água no Bananal e em Corumbá 4 e a revitalização dos canais da bacia do Descoberto e de nascentes. Este, por meio do programa Produtor de Águas, como ações do Executivo local.

"Vamos aproveitar este momento para avançar no ponto de vista da conscientização, da mobilização e da implementação de técnicas mais eficientes e sustentáveis do uso da água", concluiu o governador.

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