Cortes no orçamento colocam pesquisas da UNB em risco

A crise brasileira se espalha e atinge com força as universidades públicas, especialmente naquelas onde importantes pesquisas são desenvolvidas; na Universidade de Brasília (UnB), uma das mais conceituadas do país, novas pesquisas estão paradas por falta de recursos e indefinição quanto a continuidade de repasse de dinheiro e até mesmo pesquisas já em andamento sofrem com atrasos em pagamentos de bolsas e falta de material

A crise brasileira se espalha e atinge com força as universidades públicas, especialmente naquelas onde importantes pesquisas são desenvolvidas; na Universidade de Brasília (UnB), uma das mais conceituadas do país, novas pesquisas estão paradas por falta de recursos e indefinição quanto a continuidade de repasse de dinheiro e até mesmo pesquisas já em andamento sofrem com atrasos em pagamentos de bolsas e falta de material
A crise brasileira se espalha e atinge com força as universidades públicas, especialmente naquelas onde importantes pesquisas são desenvolvidas; na Universidade de Brasília (UnB), uma das mais conceituadas do país, novas pesquisas estão paradas por falta de recursos e indefinição quanto a continuidade de repasse de dinheiro e até mesmo pesquisas já em andamento sofrem com atrasos em pagamentos de bolsas e falta de material (Foto: Voney Malta)


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Brasília 247 – A crise se espalha e atinge de forma dura o setor público, especialmente onde pesquisas são desenvolvidas, caso das instituições de fomento à pesquisa e universidades. Uma das mais respeitadas do país, a Universidade de Brasília (UnB) enfrenta sérias dificuldades, por conta do corte no orçamento. A falta de dinheiro atinge em cheio os seus laboratórios.

Novas pesquisas estão paradas por falta de recursos e indefinição quanto a continuidade de repasse de dinheiro e até mesmo pesquisas já em andamento sofrem com atrasos em pagamentos de bolsas e falta de material.

O Programa de Iniciação Científica (Pibic) não conseguiu crescer a quantidade de bolsas oferecidas e investimentos em estrutura – como ampliação de laboratórios e aquisição de novos equipamentos – estão lentos, segundo reportagem Flávia Maia, do Correio Brasiliense (leia aqui).

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