Cooperativas de ônibus protestam no DF

A associação das Cooperativas e permissionárias de transporte público coletivo realiza um protesto; microônibus, todos veículos reserva, rodam em torno do Palácio do Buriti, sem parar o trânsito; os manifestantes reivindicam, principalmente, mais recursos para o setor; a categoria também pede o fim da tarifa técnica, valor pago pelo Estado para complementar a remuneração das concessionárias de transporte público; eles dizem que a prática onera tanto o governo como os usuários

A associação das Cooperativas e permissionárias de transporte público coletivo realiza um protesto; microônibus, todos veículos reserva, rodam em torno do Palácio do Buriti, sem parar o trânsito; os manifestantes reivindicam, principalmente, mais recursos para o setor; a categoria também pede o fim da tarifa técnica, valor pago pelo Estado para complementar a remuneração das concessionárias de transporte público; eles dizem que a prática onera tanto o governo como os usuários
A associação das Cooperativas e permissionárias de transporte público coletivo realiza um protesto; microônibus, todos veículos reserva, rodam em torno do Palácio do Buriti, sem parar o trânsito; os manifestantes reivindicam, principalmente, mais recursos para o setor; a categoria também pede o fim da tarifa técnica, valor pago pelo Estado para complementar a remuneração das concessionárias de transporte público; eles dizem que a prática onera tanto o governo como os usuários (Foto: Leonardo Lucena)


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Brasília 247 - A associação das Cooperativas e permissionárias de transporte público coletivo realiza um protesto na manhã desta segunda-feira (18/5). Cerca 40 microônibus, todos veículos reserva, rodam em torno do Palácio do Buriti, sem parar o trânsito. Os manifestantes reivindicam, principalmente, mais recursos para o setor.

Em nota, a associação disse que os valores das passagens das cooperativas estão congelados desde 2008. "Nestes anos, houve seis aumentos de salários dos motoristas, cobradores e funcionários de garagem/administrativo, além de mais de 30 reajustes dos combustíveis", diz o documento.

A categoria também pede o fim da tarifa técnica, valor pago pelo Estado para complementar a remuneração das concessionárias de transporte público. Por exemplo: se o valor da tarifa técnica da passagem de uma grande empresa é R$ 4,25, mas o valor da passagem repassado ao usuário é de R$ 1,50, o governo paga o valor de R$ 3,25 para a empresa. Dessa forma, o passageiro paga a passagem duas vezes: de forma direta e por meio dos impostos.

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De acordo com o diretor da Cooperativa de Transportes do Distrito Federal (Cootarde), Davino Alves Cavalcante, a tarifa técnica onera tanto o Estado como os usuários. Ele reforçou que as grandes empresas receberam reajustes nos últimos anos enquanto as cooperativas rodam desde 2008 sem reajuste tarifário. "Eles querem quebrar as cooperativas", acusa.

O dirigente afirmou que é pacífica e que não pretende causar transtornoso trânsito. "Sabemos que o usuário da via não tem culpa de nada disso. Não tiramos nenhum veículo de circulação para fazer o protesto", disse.

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