Continua impasse entre GDF e técnicos de enfermagem

Técnicos e auxiliares em enfermagem do Distrito Federal aprovaram a manutenção da greve da categoria, que já dura 26 dias; de acordo com o sindicato, duas mil pessoas participaram da votação, que aconteceu em frente ao prédio da Secretaria de Saúde, após uma reunião com o governador Rodrigo Rollemberg; uma das reivindicações da categoria é o pagamento última parcela do reajuste salarial autorizado em 2013 sem previsão orçamentária durante o governo Agnelo Queiroz; "A greve não vai fazer surgir dinheiro e quem sai prejudicada é a população", disse Rollemberg ao final do encontro

Técnicos e auxiliares em enfermagem do Distrito Federal aprovaram a manutenção da greve da categoria, que já dura 26 dias; de acordo com o sindicato, duas mil pessoas participaram da votação, que aconteceu em frente ao prédio da Secretaria de Saúde, após uma reunião com o governador Rodrigo Rollemberg; uma das reivindicações da categoria é o pagamento última parcela do reajuste salarial autorizado em 2013 sem previsão orçamentária durante o governo Agnelo Queiroz; "A greve não vai fazer surgir dinheiro e quem sai prejudicada é a população", disse Rollemberg ao final do encontro
Técnicos e auxiliares em enfermagem do Distrito Federal aprovaram a manutenção da greve da categoria, que já dura 26 dias; de acordo com o sindicato, duas mil pessoas participaram da votação, que aconteceu em frente ao prédio da Secretaria de Saúde, após uma reunião com o governador Rodrigo Rollemberg; uma das reivindicações da categoria é o pagamento última parcela do reajuste salarial autorizado em 2013 sem previsão orçamentária durante o governo Agnelo Queiroz; "A greve não vai fazer surgir dinheiro e quem sai prejudicada é a população", disse Rollemberg ao final do encontro (Foto: Leonardo Lucena)


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Brasília 247 - Técnicos e auxiliares em enfermagem do Distrito Federal aprovaram nesta terça-feira (3) a manutenção da greve da categoria, que já dura 26 dias. De acordo com o sindicato, duas mil pessoas participaram da votação, que aconteceu em frente ao prédio da Secretaria de Saúde, após uma reunião com o governador Rodrigo Rollemberg.

A categoria pede a última parcela do reajuste salarial autorizado em 2013 sem previsão orçamentária, redução da jornada de trabalho de 24 horas para 20 horas semanais, pagamento da gratificação de atividades administrativas, que corresponde a 5% do piso salarial, mudança na nomenclatura dos cargos de auxiliar para técnico e a não privatização dos serviços.

Em mais uma rodada de diálogo com servidores em greve, o governador  Rodrigo Rollemberg, e integrantes do Executivo local reuniram-se na manhã desta terça-feira (3) com representantes dos sindicatos dos Professores (Sinpro-DF) e dos Auxiliares e Técnicos de Enfermagem do Distrito Federal (Sindate). A discussão teve como foco as reivindicações pontuais das duas categorias.

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"A greve não vai fazer surgir dinheiro e quem sai prejudicada é a população", disse Rollemberg ao fim dos encontros, no Palácio do Buriti. O chefe do Executivo local classificou as reuniões como positivas. Em fevereiro, o Ministério Público (MPDFT) ajuizou uma ação direta de inconstitucionalidade no Tribunal de Justiça (TJDFT) contra os reajustes salariais aprovados na gestão de Agnelo Queiroz com orçamento insuficiente (leia mais aqui).

Para os profissionais de saúde representados pelo Sindate, Rollemberg propôs a criação de um grupo para discutir as reivindicações da categoria. Para isso, os servidores precisam finalizar a paralisação e voltar imediatamente ao trabalho.

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A ideia é debater a criação de um cronograma para implementar a redução da jornada de trabalho de 24 para 20 horas semanais; a elaboração de um cronograma de reposição dos dias parados; e a mudança da nomenclatura da função dos auxiliares (eles também passariam a ser técnicos de enfermagem). São cerca de 14 mil profissionais no quadro de funcionários da Secretaria de Saúde. 

No caso dos professores — em greve desde 15 de outubro — o governador garantiu em entrevista coletiva que não haverá modificação na jornada ampliada de trabalho e que vai garantir o pagamento dos auxílios transporte e alimentação para os temporários. A categoria exige também o pagamento imediato do reajuste salarial aprovado em 2013 sem previsão orçamentária.

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"Fazemos questão, no nosso diálogo permanente, de abrir aos sindicatos as contas do governo para que eles saibam que os compromissos financeiros não estão sendo cumpridos neste momento por total impossibilidade de fazê-lo", ressaltou o governador.

Também participaram das reuniões o vice-governador Renato Santana; o chefe da Casa Civil, Sérgio Sampaio; o secretário de Saúde, Fábio Gondim; o secretário de Fazenda, Pedro Meneguetti; o secretário de Educação, Esporte e Lazer (fusão das antigas secretarias de Educação e do Esporte e Lazer), Júlio Gregório Filho; a procuradora-geral do DF, Paola Aires; o secretário-adjunto de Planejamento e Orçamento, Renato Jorge Brown, e o secretário-adjunto de Administração, Alexandre Ribeiro (ambos da Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão); o secretário-adjunto da Casa Civil, Relações Institucionais e Sociais, Igor Tokarski; a subsecretária de Relações Institucionais e Sociais, Mari Trindade; e o deputado distrital Professor Reginaldo Veras (PDT).

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*Com informações da Agência Brasília

 

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