Congresso se prepara para depoimento de Costa
Ex-diretor da companhia Paulo Roberto Costa deverá embarcar de Curitiba, onde está preso, para Brasília (DF) sob escolta da Polícia Federal (PF); ele também seguirá escoltado até o Congresso, quando passará a ficar sob a guarda da Polícia do Senado; a ordem judicial é que ele não precisa usar algemas; “Desde ontem que estou aqui cuidando da logística do transporte do depoente, das condições físicas para receber a todos com o mínimo de conforto necessário”, disse o senador Vital do Rêgo, presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Petrobras
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Mariana Jungmann - Repórter da Agência Brasil - O presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Petrobras, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), aproveitou essa terça-feira (16) para acertar os detalhes logísticos do depoimento do ex-diretor da companhia Paulo Roberto Costa, hoje (17) no Congresso.
Costa deverá embarcar de Curitiba, onde está preso, para Brasília (DF) sob escolta da Polícia Federal (PF). Ele também seguirá escoltado até o Congresso, quando passará a ficar sob a guarda da Polícia do Senado. A ordem judicial é que ele não precisa usar algemas.
No Senado, onde ocorrerá a sessão da CPMI, a Ala Nilo Coelho será isolada, impedindo o acesso de visitantes à sala da comissão. No entanto, o trânsito de parlamentares, assessores, servidores e jornalistas estará liberado.
Também para garantir o acompanhamento da sessão por parte da imprensa, caso ela não seja secreta, o senador Vital do Rêgo solicitou que sejam instalados telões em outras salas, uma vez que a da CPMI será pequena para acomodar a todos.
“Desde ontem que estou aqui cuidando da logística do transporte do depoente, das condições físicas para receber a todos com o mínimo de conforto necessário”, disse o senador.
A expectativa, no entanto, é que o depoimento de Paulo Roberto Costa possa ser frustrado pelo acordo de delação premiada que ele fez com a Justiça e que coloca as informações sob sigilo. Para tentar evitar que o ex-diretor se recuse a falar, com receio de perder os benefícios da delação, alguns parlamentares defendem que o depoimento ocorra em sessão secreta.
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