Congresso encerra sessão que avaliaria vetos

Com o encerramento da sessão conjunta da Câmara e do Senado, por falta de quórum, mais uma vez deixaram de ser analisados vetos da presidente Dilma Rousseff a projetos polêmicos, como o que fornece uma alternativa ao fator previdenciário – mecanismo usado para calcular a aposentadoria – e o que prevê o reajuste das remunerações do Poder Judiciário em até 78,56%

Com o encerramento da sessão conjunta da Câmara e do Senado, por falta de quórum, mais uma vez deixaram de ser analisados vetos da presidente Dilma Rousseff a projetos polêmicos, como o que fornece uma alternativa ao fator previdenciário – mecanismo usado para calcular a aposentadoria – e o que prevê o reajuste das remunerações do Poder Judiciário em até 78,56%
Com o encerramento da sessão conjunta da Câmara e do Senado, por falta de quórum, mais uma vez deixaram de ser analisados vetos da presidente Dilma Rousseff a projetos polêmicos, como o que fornece uma alternativa ao fator previdenciário – mecanismo usado para calcular a aposentadoria – e o que prevê o reajuste das remunerações do Poder Judiciário em até 78,56% (Foto: Gisele Federicce)


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Agência Câmara - O 1º vice-presidente do Congresso Nacional, deputado Waldir Maranhão (PP-MA), encerrou há pouco a sessão conjunta da Câmara e do Senado convocada para deliberar sobre vetos presidenciais.

A decisão foi tomada após Maranhão ter aguardado 30 minutos pelo registro de presença de 257 deputados e de 41 senadores – número mínimo de parlamentares para que ocorram votações em Plenário.

O quórum mínimo de deputados chegou a ser alcançado, mas os senadores não marcaram presença em número suficiente, o que levou Maranhão a encerrar os trabalhos durante a discussão do primeiro item da pauta: o Projeto de Resolução do Congresso 3/15, que amplia de 10 para 16 o número de relatorias setoriais do projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA).

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Com o encerramento da sessão, mais uma vez deixaram de ser analisados vetos da presidente Dilma Rousseff a projetos polêmicos, como o que fornece uma alternativa ao fator previdenciário – mecanismo usado para calcular a aposentadoria – e o que prevê o reajuste das remunerações do Poder Judiciário em até 78,56%.

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