Confira os deputados do Distrito Federal cúmplices da corrupção

Cinco deputados que atuam pelo Distrito Federal votaram a favor do arquivamento da denúncia por corrupção passiva contra Michel Temer, o primeiro presidente denunciado por corrupção na história do País e o mais impopular desde a redemocratização; são eles: Alberto Fraga (DEM), Izalci Lucas (PSDB), Rogério Rosso (PSD), Laerte Bessa (PR) e Ronaldo Fonseca (PROS)

Cinco deputados que atuam pelo Distrito Federal votaram a favor do arquivamento da denúncia por corrupção passiva contra Michel Temer, o primeiro presidente denunciado por corrupção na história do País e o mais impopular desde a redemocratização; são eles: Alberto Fraga (DEM), Izalci Lucas (PSDB), Rogério Rosso (PSD), Laerte Bessa (PR) e Ronaldo Fonseca (PROS)
Cinco deputados que atuam pelo Distrito Federal votaram a favor do arquivamento da denúncia por corrupção passiva contra Michel Temer, o primeiro presidente denunciado por corrupção na história do País e o mais impopular desde a redemocratização; são eles: Alberto Fraga (DEM), Izalci Lucas (PSDB), Rogério Rosso (PSD), Laerte Bessa (PR) e Ronaldo Fonseca (PROS) (Foto: Leonardo Lucena)


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Brasília 247 - Cinco deputados que atuam pelo Distrito Federal votaram a favor do arquivamento da denúncia por corrupção passiva contra Michel Temer, nesta quarta-feira (2). São eles: Alberto Fraga (DEM), Izalci Lucas (PSDB), Rogério Rosso (PSD), Laerte Bessa (PR) e Ronaldo Fonseca (PROS).

Os parlamentares Augusto Carvalho (SD) e Erika Kokay (PT) votaram pela continuidade das investigações contra Michel Temer.

O deputado Rôney Nemer (PP) esteve ausente.

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Temer foi citado na delação dos donos da JBS, os empresários Joesley Batista e seu irmão Wesley. Os delatores afirmaram que o peemedebista indicou o deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) para resolver um assunto da J&F (holding que controla a JBS).

Depois, o parlamentar foi filmado recebendo uma mala com R$ 500 mil enviados por Joesley. O empresário disse a Temer que estava dando ao ex-deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e ao operador Lúcio Funaro uma mesada na prisão para ficarem calados. Diante da informação, Temer incentivou: "Tem que manter isso, viu?".

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Uma reportagem de Época deste último final de semana também apontou que Temer mandou a JBS entregar R$ 3 milhões, em dinheiro vivo, ao ex-deputado Eduardo Cunha. "Pode fazer", disse Temer ao ex-diretor da JBS, Ricardo Saud, segundo a matéria (leia aqui). A propina era parte de um acerto de propina de R$ 15 milhões entre a empresa e o PMDB.

Após denunciar Temer por corrupção passiva, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, deverá ser apontar o peemedebista como chefe de organização criminosa. Será a segunda acusação  feita em um dos quatro inquéritos do chamado quadrilhão, abertos a partir do desmembramento do inquérito-mãe da Lava-Jato.

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Pesquisas

Levantamento feito pelo Instituto Vox Populi entre 29 e 31 de julho revela que nada menos que 94% dos brasileiros desejam que Michel Temer seja investigado pela denúncia apresentada pelo procurador-geral Rodrigo Janot.

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Pesquisa Ibope, divulgada na última quinta-feira (27), apontou que apenas 5% dos brasileiros aprovam o governo Michel Temer, a pior popularidade desde redemocratização. O percentual (ótimo/bom) de 5% é tecnicamente empatado com os 7% apurados em junho e julho de 1989, no governo do então presidente José Sarney. 

Para que a Câmara não autorize o Supremo Tribunal Federal a investigar Temer, o peemedebista fez operação que, segundo a agência alemã Deutsche Welle, poderá custar nada menos que R$ 17 bilhões (saiba mais aqui).

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