Concurso do Itamaraty para diplomata é suspeito de selecionar candidatos por 'carta marcada'

Banca responsável pela prova foi escolhida sem licitação por Ernesto Araújo, substituindo a Cebraspe/Unb, que organizava o concurso desde 1993



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Luisa Fragão (Revista Fórum) - O concurso do Ministério de Relações Exteriores para carreira de diplomata é acusado por candidatos de favorecer alunos na seleção. O incômodo veio à tona quando as provas da segunda fase divulgaram em suas folhas de resposta o número de inscrição de todos os candidatos, assim como os locais de prova. Portanto, a transparência das informações permitiram que a banca avaliadora tivesse acesso à identidade de cada participante, comprometendo a isonomia do processo.  

O processo seletivo, chamado de Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata (CACD), passou a ser realizado neste ano pelo Instituto Rio Branco (IRBr), com a colaboração do Instituto Americano de Desenvolvimento (Iades). Desde 1993, o concurso ficava nas mãos do Cebraspe-UnB. A troca foi feita a pedido do ministro Ernesto Araújo e não houve licitação no processo.

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