Comissão do impeachment mantém Cardozo na defesa de Dilma

Deputado Rogério Rosso (PSD-DF), presidente da comissão do impeachment na Câmara, negou nesta segunda-feira, 4, questões de ordem de vários deputados sobre a legalidade do uso da Advocacia-geral da União, José Eduardo Cardozo, para apresentar a defesa da presidente Dilma no processo de impedimento; "É de prerrogativa da denunciada indicar sua representação para defesa a essa comissão. Não cabe a essa presidência, também, impor a ela quem faça a sua defesa. Pelos limites dessa comissão, não podemos interferir nos limites da defesa de escolher seu representado", disse Rosso; Cardozo deve fazer apresentação ao colegiado ainda nesta segunda

Deputado Rogério Rosso (PSD-DF), presidente da comissão do impeachment na Câmara, negou nesta segunda-feira, 4, questões de ordem de vários deputados sobre a legalidade do uso da Advocacia-geral da União, José Eduardo Cardozo, para apresentar a defesa da presidente Dilma no processo de impedimento; "É de prerrogativa da denunciada indicar sua representação para defesa a essa comissão. Não cabe a essa presidência, também, impor a ela quem faça a sua defesa. Pelos limites dessa comissão, não podemos interferir nos limites da defesa de escolher seu representado", disse Rosso; Cardozo deve fazer apresentação ao colegiado ainda nesta segunda
Deputado Rogério Rosso (PSD-DF), presidente da comissão do impeachment na Câmara, negou nesta segunda-feira, 4, questões de ordem de vários deputados sobre a legalidade do uso da Advocacia-geral da União, José Eduardo Cardozo, para apresentar a defesa da presidente Dilma no processo de impedimento; "É de prerrogativa da denunciada indicar sua representação para defesa a essa comissão. Não cabe a essa presidência, também, impor a ela quem faça a sua defesa. Pelos limites dessa comissão, não podemos interferir nos limites da defesa de escolher seu representado", disse Rosso; Cardozo deve fazer apresentação ao colegiado ainda nesta segunda (Foto: Aquiles Lins)


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Ivan Richard, da Agência Brasil - O presidente da comissão que analisa o pedido de impeachment da presidenta Dilma Rousseff, Rogério Rosso (PSD-DF), negou há pouco questões de ordem de vários deputados sobre a legalidade do uso da Advocacia-geral da União para apresentar a defesa da presidente Dilma no processo de impedimento.

Segundo Rosso, o artigo 131 da Constituição da República e a lei que rege as atividades da AGU preveem o uso do órgão para a defesa de presidente, ex-presidentes, ocupantes e ex-ocupantes de cargos públicos na defesa de processos relativos a atos praticados no exercício do cargo.

"É de prerrogativa da denunciada indicar sua representação para defesa a essa comissão. Não cabe a essa presidência, também, impor a ela quem faça a sua defesa. Pelos limites dessa comissão, não podemos interferir nos limites da defesa de escolher seu representado", disse Rosso.

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O presidente da comissão disse que foi informado pela Presidência da República que a AGU irá protocolar a defesa hoje (4), às 16h30 e, por volta das 17h, o advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, fará uma apresentação ao colegiado.

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