Começa o ano letivo nas escolas públicas do DF

Após a difícil negociação entre professores e governo do Distrito Federal para a retomada das atividades, as aulas começam para os 470 mil alunos matriculados na rede pública de ensino; o calendário oficial previa o início do ano letivo para o último dia 23, porém a data foi adiada por causa da paralisação da categoria, que não concordam com o parcelamento dos benefícios trabalhistas — como férias e 13º salário; as equipes de policiamento receberão reforço; além dos cerca de 430 homens, o Batalhão Escolar da Polícia Militar do DF contará com mais 300 policiais com o objetivo de apoiar as unidades diárias

Após a difícil negociação entre professores e governo do Distrito Federal para a retomada das atividades, as aulas começam para os 470 mil alunos matriculados na rede pública de ensino; o calendário oficial previa o início do ano letivo para o último dia 23, porém a data foi adiada por causa da paralisação da categoria, que não concordam com o parcelamento dos benefícios trabalhistas — como férias e 13º salário; as equipes de policiamento receberão reforço; além dos cerca de 430 homens, o Batalhão Escolar da Polícia Militar do DF contará com mais 300 policiais com o objetivo de apoiar as unidades diárias
Após a difícil negociação entre professores e governo do Distrito Federal para a retomada das atividades, as aulas começam para os 470 mil alunos matriculados na rede pública de ensino; o calendário oficial previa o início do ano letivo para o último dia 23, porém a data foi adiada por causa da paralisação da categoria, que não concordam com o parcelamento dos benefícios trabalhistas — como férias e 13º salário; as equipes de policiamento receberão reforço; além dos cerca de 430 homens, o Batalhão Escolar da Polícia Militar do DF contará com mais 300 policiais com o objetivo de apoiar as unidades diárias (Foto: Leonardo Lucena)


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Brasília 247 – Após a difícil negociação entre professores e governo do Distrito Federal para a retomada das atividades, as aulas começam nesta segunda-feira (2) para os 470 mil alunos matriculados na rede pública de ensino. O calendário oficial previa o início do ano letivo para o último dia 23, porém a data foi adiada por causa da paralisação da categoria, que não concordam com o parcelamento dos benefícios trabalhistas — como férias e 13º salário. As equipes de policiamento receberão reforço. Além dos cerca de 430 homens, o Batalhão Escolar da Polícia Militar do DF contará com mais 300 policiais com o objetivo de apoiar as unidades diárias.

O Sindicato dos Professores no DF (Sinpro-DF) informou que os profissionais terão condições de se organizar a tempo de repor as aulas sem prejuízos para os alunos. Mas adiantou que, no próximo dia 9, fará nova paralisação, para avaliar se o GDF cumpriu com o que foi combinado.

"O calendário escolar não teve alteração. Ou seja, começou no dia 23. O ideal, claro, era que o governo não tivesse deixado chegar a esse ponto, mas vamos garantir o conteúdo aos alunos. Permaneceremos mobilizados porque, se o governo não cumprir (o acordo), precisaremos avaliar se teremos condições de continuar com as atividades", disse uma das diretoras do sindicato, Rosilene Corrêa, ao jornal Correio Brasiliense.

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O governo prometeu quitar toda a dívida até o dia 30 de abril, e pagar a segunda parcela das férias. Se houver condições financeiras, o Executivo também antecipará a quitação total dos pagamentos atrasados para março. A proposta inclui ainda que não sejam descontados os dias parados e que isso conste na folha salarial, desde que haja reposição das aulas.

Mas, de acordo com o GDF, o adiamento do início das aulas teve como principal motivo a necessidade de reformar boa parte das escolas públicas — 148 unidades de ensino, de um total de 657. Outras 447 precisavam de reparos, como troca de telhados, conserto de fiação elétrica e reparos hidráulicos. 

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